Dia 5 de março de 2008 foi aprovada na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) o projeto de lei 607/2007 que regulamenta a profissão de analista de sistemas. Muita gente sabe disso e a grande maioria é expressamente contra esse projeto que vai causar muitos problemas sem melhorar ou resolver qualquer um existente.
Muita gente expressou sua indignação publicamente, mas ao que tudo indica, não causou qualquer reação junto aos nobres senadores. Por isso acho que chegou a hora de todos nós pararmos de reclamar e iniciar um protesto que fará o legislativo sentir nossa opinião de maneira muito mais contundente.
Temos que agir rapidamente pois o assunto está aguardando ser designado um relator da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) para dar procedimento a este absurdo. Precisamos deixar bem claro a todos membros da CAS que não queremos essa lei de maneira alguma.
Uma vez que esta lei irá sucatear o mercado de TI do Brasil, vamos nos adiantar e mandar toda nossa sucata tecnológica para os senadores que compõem a CAS. Vamos mandar todas nossas peças velhas de computador para eles. Não adianta enviarmos milhares de emails diários pois eles tem uma horda de assessores para filtrar todo esse spam.
Entulhar os escritórios deles com pacotes do correio com nossa sucata digital é a melhor maneira de deixarmos bem claro o que achamos do projeto de lei 607/2007. Não podemos, claro, esquecer de enviar com uma carta dizendo do que protestamos.
Vamos mandar aquela trident de 1 mega, aquele gravador de cdrom 1x ou, melhor ainda, aquele gabinete velho de 486. Vamos enviar nosso recado para a presidente da CAS Patrícia Saboya ou um de seus membros titulares. Não sejamos tímidos de só mandar um pacote, quanto mais sucata para mais senadores, melhor.
Minha contribuição é uma placa de vídeo antigona. O pacote irá sem dúvida alguma para a senadora cearense Patrícia Saboya que é a atual presidente da CAS. Uma foto do pacote para inspirar a todos.

Existem algumas formas de participar dessa mobilização, a primeira é enviar sua sucata também, e a outra, tão importante quanto, é divulgar essa iniciativa via blog, email, foruns, listas de discussão e qualquer outro meio que dispor. O endereço de envio é o mesmo, “Senado Federal – Praça dos Três Poderes – Brasília DF – CEP 70165-900″, mudando apenas o gabinete. No caso dos titulares da CAS são estes:
Patrícia Saboyia (PDT-CE):
Ala Sen. Teotônio Vilela, gab. 07
Tel.: (61) 3311-2301/2302
Fax: (61) 3311-2865
Flávio Arns (PTR-PR)
Ala Senador Filinto Müller, gab. 06
Tel.: (61) 3311-2401 a 3311-2407
Fax: (61) 3311-1935
Augusto Botelho (PT-RR)
Ala Senador Filinto Müller, gab. 11
Tel.: (61) 3311-2041 a 2048/3664
Fax: (61) 3311-1931
Paulo Paim (PT-RS)
Anexo I, 22º andar, gab. 04
Tel.: (61) 3311-5227/5232
Fax: (61) 3311-5235
Marcelo Crivella (PRB-RJ)
Ala Ruy Carneiro – gab 02
Tel.: (61) 3311-5225/5730
Fax: (61) 3311-2211
Inárcio Arruda (PC do B-CE)
Ala Senador Filinto Muller, gab. 07
Tel.: (61)3311-5791 / (61)3311-5793
Fax: (61)3311-5798
José Nery (PSOL-PA)
Ala Senador Teotônio Vilela, gab. 17
Tel.: (61) 3311-2104
Fax: (61) 3311-1635
Romero Jucá (PMDB-RR)
Ala Senador Afonso Arinos, gab. 12
Tel.: 311-2111 a 2117
Fax: (61) 311-1653
Valdir Raupp (PMDB-RO)
Ala Senador Teotônio Vilela, gab. 25
Tel.: (61) 3311-2252/2253
Fax: (61) 3311-2853
Wellington Salgado de Oliveira (PMDB-MG)
Ala Senador Teotônio Vilela, Gabinete 15
Tel.: (61) 3311-2244/2245
Fax: (61) 3311-1830
Demósteles Torres (DEM-GO)
Ala Senador Filinto Müller, gab. 10
Tel.: (61) 3311-2091 a 2099
Fax: (61) 3311-2964
Jayme Campos (DEM-MT)
Ala Senador Teotônio Vilela, gab. 24
Tel.: (61) 3311.4061 / (61) 3311.1048
Fax: (61) 3311.2973
Kátia Abreu (DEM-TO)
Ala Senador Teotônio Vilela, gab. 04
Tel.: (61) 3311-2464 / 3311-2708
Fax: (61) 3311-2990
Rosalba Ciarlini (DEM-RN)
Ala teotonio Vilela Gab 03
Tel.: (61) 3311 1777
Fax: (61) 3311 1701
Eduardo Azeredo (PSDB-MG)
Ala Senador Afonso Arinos, gab. 05
Tel.: (61) 3311-2323
Fax: (61) 3311-2883
Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Ala Sen. Teotônio Vilela, gab. 16
Tel.: (61) 3311-2035/2844
Fax: (61) 3311-2868
Papaléo Paes (PSDB-AP)
Ala Senador Filinto Müller, gab. 13
Tel.: (61) 3311-3253/3258/3262/3277
Fax: (61) 3311-3293
Gim Argello (PTB-DF)
Ala Afonso Arinos, gab. 10
Tel.: 3311-1161, 3311-1547
Fax: 3311-1650
João Durval (PDT-BA)
Ala Senador Teotônio Vilela, gab. 09
Tel.: (61) 3311-3173
Fax: (61) 3311-2862
196 responses so far ↓
1 Daniel // Apr 16, 2008 at 6:42 pm
Você poderia dar motivos para que essa regulamentação da profissão seja prejudicial?
2 Fragmental » Blog Archive » Não vai pro FISL? // Apr 16, 2008 at 8:22 pm
[...] tem problema, siga o exemplo do Rodrigo e mande a sucata para quem regula uma profissão com leis de [...]
3 Link: Vamos todos impedir a regulamentação da profissão de analista de sistema « PHP-BR // Apr 16, 2008 at 9:02 pm
[...] tal essa sugestão para demonstrar seu descontentamento com isso [...]
4 Tonismar // Apr 17, 2008 at 12:25 am
Concordo com o Daniel, quais os motivos para essa regulamentação é prejudicial? Gostaria que um médico sem diploma lhe operasse?
5 Carlos Villela // Apr 17, 2008 at 3:43 am
@Tonismar, mais motivos do que vc precisa pra se convencer aqui: http://blog.fragmental.com.br/2008/03/21/ainda-bem-que-estou-aqui/
6 Hawk // Apr 18, 2008 at 8:16 am
Pura política!!!
E o pessoal formado com certeza está achando que isso justificará o investimento feito em uma faculdade. Sou programador a 18 anos, a uns 3 meses em Belo Horizonte fui contratado por uma empresa que precisava desenvolver um aplicativo e encontrava sérias dificuldades pra achar quem desenvolvesse. Depois de ir contra o conselho das empresas de colocação profissional encontrou a mim e mais dois “programadores”… Serviço feito. Agora gente… vocês que são estudados… usarem o velho artifício: “pra ser médico não precisa ter diploma?”… que que é isso.
Só pra constar… acompanhem o mundo ruby on rails (ainda estou estudando)… vc não encontra nenhum, tem cara que estudou música e tá lá ralando… o desenvolvedor do JRuby “projetinho” abraçado pela SUN… é coordenado por um cara que mal terminou o ginásio.
Gente… não é assim que melhoraremos nossa classe… vamos estudar e fazer menos política.
7 Guilherme // Apr 18, 2008 at 10:57 am
Bom, a regulamentação do Analista de Sistemas e a unica forma de termos nossa profissão reconhecida ja que hoje qualquer um pode fazer um programa e ta tudo bem, um engenheiro pode desenvolver um programa ja nos não podemos assinar um projeto deles, com a regulamentação podemos ter salarios melhores e profissionais de verdade trabalhando na area e não qualquer um, se não me engano o projeto no incio não e so para quem tem diploma mas tambem para quem trabalha a + de 5 anos na area!
Me de 1 unico motivo que a regulamentação não vai trazer beneficios para os proficionais de T.I.?
8 Mauricio Nunes // Apr 18, 2008 at 2:20 pm
Bom, deixa eu enteder, qual o motivo do protesto ?
Eu sou contra o seu protesto, pois acho certo sim que para ser analista de sistema é necessário ter diploma sim. O mercado de TI está uma zona, pelo simples motivo de várias pessoas sem conhecimento nenhum de TI está no mercado.
Eu imagino que você não tenha diploma relacionado a alguma áera voltado para TI, porque se tivesse você estaria dando valor no que conquistou.
Vamos dar valor na nossa área e para com esses protestos sem sentido.
De valor no seu diploma.
9 Daniel // Apr 18, 2008 at 2:39 pm
Se me deixarem fazer uma cirurgia cardíaca e assinar o projeto da construção de um prédio eu concordo que essa lei não deve ser aprovada.
10 Rubem Azenha // Apr 18, 2008 at 3:26 pm
É perfeitamente possível aprender a desenvolver software sem ter diploma. TI é algo totalmente diferente da medicina. Eu consigo com menos de dois mil reais montar um “laboratório” em casa para aprender e treinar meus conhecimentos de TI. Consigo facilmente simular ambientes reais com equipamento comprado na lojinha da esquina.
Eu não sou um especialista, mas acho que com medicina e engenharia civil não é bem assim.
11 Vinícius // Apr 18, 2008 at 4:02 pm
@Guilherme
Como se um diploma, esse mundo cheio de faculdades no melhor estilo fast-food, fosse algo que fizesse do sujeito alguém qualificado.
Sou o único não-formado na minha equipe e isso não faz de mim o com menos conhecimento, MUITO pelo contrário.
12 Daniel // Apr 18, 2008 at 10:43 pm
Eu percebo que as pessoas com graduação (mas não em qualquer curso de graduação) tem uma considerável vantagem sobre os que não tem.
Aqueles que não tem uma boa base teórica vinda do mundo acadêmico tem dificuldades quando aparecem problemas de maior dificuldade em que conhecimentos sólidos em Estrutura de Dados, Programação Distribuida, Programação Paralela, Redes etc… são essenciais.
É óbvio que a graduação não faz diferença, mas uma boa graduação faz muita. Eu me formei em faculdade federal e percebo que pessoas que se formaram em faculdades particulares e em cursos de 2 anos e meio ou três também não tem base pra enfrentar problemas complexos.
Eis o motivo pela qual defendo uma regulamentação na profissão e também nos cursos que geram esses profissionais.
13 Wilerson // Apr 19, 2008 at 9:22 am
O mercado de TI tem excesso de profissionais desqualificados porque as empresas contratam indiscriminadamente, não porque falta regulamentação. O que precisa melhorar é o processo seletivo das empresas, que deve buscar profissionais que tenham interesse de aprender sobre sua área, seja através de faculdade, livros, cursos, hacking ou seja lá qual meio a pessoa aprenda melhor.
Essa regulamentação só vai beneficiar os donos de faculdades.
P.S.: e eu sou formado.
14 Bruno // Apr 19, 2008 at 9:48 am
Existem alguns documentos da http://www.SBC.org.br que respondem de maneira bem abrangente às questões colocadas acima. Explica, entre outras coisas, por que a comparação simplista à médico ou advogado não se aplica(a qualidade do nosso trabalho pode ser atestada pela qualidade do produto final, não ha relação direta profissional/cidadão).
Além disto, profissional competente não precisa de reserva de mercado. A auto-regulementação da área assegura que um cara formado que após a faculdade vai para casa todo dia, digamos “assistir jogo de futebol ou novela”, não tenha uma vaga garantida por reserva de mercado.
E também as melhores faculdades usam software open source(muitas vezes exclusivamente Linux, etc), onde ocorrem muitas contribuições de adolescentes (Marcelo Tosati, por exemplo), pessoas formadas em outras áreas e pessoas sem educação formal também. Esse trabalho possibilita a faculdade economizar a grana das licenças(quando é pública vem dos nossos bolsos) e ainda serve de referência aos alunos!!!
Incentivar este tipo de atitude tem um valor muito maior para toda a sociedade do que simplesmente valorizar diploma e criar reserva de mercado.
Quem trabalha por mais de 5 anos vai ficar de boa, mas a questão vai além disto, percebem?
É preciso ter uma visão mais ampla de todo o cenário, entender todo o cenário, e não querer algo parecido com aquele sossego(estabilidade garantida acima de tudo) de alguns maus exemplos que temos na nossa sociedade. Este tipo de coisa não leva o país para o rumo de desenvolvimento que a maioria das pessoas almeja.
A faculdade é um dos meios mais eficazes para assimilar os conhecimentos básicos sim, mas o diploma não deve ser valorizado em detrimento do conhecimento, que no final das contas é o que gera resultados no trabalho e para a sociedade como um todo.
Bom, não tenho muito mais a dizer, concordo com tudo que está escrito aqui:
1) http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc.html (Intro)
2) http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc-original.html (Legislação atual seguida de Justificativa)
3) http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc-faq.html (FAQ)
Boa leitura para quem tiver interesse.
[]s
15 Daniel // Apr 19, 2008 at 11:55 am
Concordo plenamente que profissionais competentes não precisam de reserva de mercado, mas por causa da saturação de pessoas no mercado de trabalho não tão qualificadas faz com que os salários tenham a tendência de ir para baixo.
16 Bruno // Apr 19, 2008 at 12:44 pm
Cara não acredito nesta saturação, acho que falta gente qualificada no mercado… bom é o que leio por ai, mas também não tenho números para te mostrar :)
E mesmo que este problema exista ou venha a existir, e acredito que a regulamentação não o resolve.
Para manter um ambiente saudável, sendo na minha definição de ambiente saudável: bons profissionais tendo a oportunidade de trabalhar com bons profissionais e recebendo uma boa recompensa financeira — por meio da lei da oferta e da procura — acredito no seguinte:
Os bons profissionais de tecnologia precisam se impor e tomar a frente das situações no dia a dia. Ainda que isto venha a custar algum emprego.
Não devermos ceder a alguns(na verdade muitos) analistas de negócio ou gerentes de projetos sem noção que acham que em toda situação basta fixar um prazo, fazer pressão e aumentar o número de recursos usando skills de relacionamento pessoal mal-interpretados ou trazidos de contextos de negócios sem aplicabilidade garantida em tecnologia… Este é um grande problema na nossa área.
Os bons profissionais devem começar a selecionar os empregadores. Dada a falta de (bons) profissionais, acredito que unidos os que se julgam bons profissionais conseguirão se impor.
Algo que me parece uma boa opção para atingir estes objetivos são os elementos centrais do AGILE MANIFESTO — veja a home do http://www.agilemanigesto.org. As práticas necessárias para obter sucesso acabam filtrando bons profissionais… Não que apenas os gurus sobreviverão a esta “seleção natural”, mas sim pessoas comprometidas ao aprendizado contínuo e comprometidas com a qualidade de seu trabalho — afinal de contas ser autodidata é a “alma do nosso negócio”, na nossa área estamos sempre aprendendo e nos adaptando a mudanças.
Vamos dominar a situação, e não delegar a solução dos nossos problemas a governo brasileiro, empresários donos de faculdades e acabar abrindo brecha para que interesses pessoais ou corporativos de poucos prevalecam por tras das regulamentaçãos, pq depois que vai para a mão do governo as decisões ficam sujeitas aos “faz-me-rir” concedidos aos reguladores por quem pode mai$…
Acho que a regulamentação é um tipo no pé.
17 Nat // Apr 19, 2008 at 2:12 pm
Querer comparar Analista de Sistemas com medicina é coisa de quem precisa justificar seus anos investidos na faculdade e não sabe como… Fiz matemática, e certamente seria afetada por essa lei, que acho coisa de quem não entende nada do assunto. Alguns bons anos de experiência na área e vontade de aprender são mais eficazes que um curso ruim (já vi vários) e pessoas que só estão no mercado pelo dinheiro (a maior parte). Resumindo: gente que faz faculdade de computação porque “dá dinheiro” nunca vai ser tão competente quanto um programador auto-didata que ama o que faz. Temos vários exemplos de sucesso, como o cara do netfilter, Steve Jobs, e mesmo nosso controverso Bill Gates.
18 Bruno // Apr 19, 2008 at 4:35 pm
Acho que até agora alguns orgãos como ACM, IEEE, IANA, W3C entre outros e a comunidade de desenvolvedores de software — cada vez mais open source — foram bons em definir os melhores rumos.
Ficar dependendo de regulamentações não me parece nada bom, acho que a comunidade deve definir
seus próprios rumos. A SUN criou uns padrões que alguns membros respeitados da comunidade JAVA dizem ser furados para J2EE (EJB) e que hoje são muito bem substituídos por HIBERNATE, SPRING, entre outros projetos Open Source.
A MS oferece ums bibliotecas complementares ruins — consideradas ruins por bastante gente respeitada na comunidade — para .NET (Application Blocks) na sessão “Patterns & Pratices” da MSDN, mas hoje existem opções Open Source de qualidade, ainda não tanto quanto JAVA, mas existem projetos respeitados e razoavelmente difundidos para quem busca desenvolver uma arquitetura descente.
Os melhores práticas estão em livros do Martin Fowler, Eric Evans, Pragmatic BookShelf, Steve McConnel, e mais alguns autores que talvez eu ainda não conheça, blogs, foruns — e nem sempre (quase sempre) são referenciadas nas faculdades — não existe um curso de informática que ensine essas práticas.
Após a regulamentação o que vai acontecer? As soluções Open Source terão que ter um certificado comprovando que foram feitas por “Analista de Sistemas” regulamentado?? Se não tiver o software equivalente vai ser feito “em casa” por causa disto?? Piada!
O curso ideal de tecnologia ainda não existe. Provavelmente não vai existir nos próximos 10 ou 15 anos e talvez nunca exista. E com a dependência cada vez maior de open source talvez nunca se justifique,porque não há praticas bem definidas — o que é bom –, porque não há um currículo bem definido, e se até hoje não conseguiram definir esse currículo a regulamentação é inviável…
Vão regulamentar o que?
Vão regulamentar “Analista de Sistemas”?
E quanto a “Desenvolvedor”, “Junior”, “Pleno”, “Senior”, “Analista de Negócios”, ou o novo cargo de TI de 2010 ??
A área está em constante transformação, há uma série de linguagens, paradigmas, tecnologias, metodologias… e vai muito bem assim.
Saiba tirar proveito delas para inovar na sua área de atuação e não ficar preso ao “Selo-Do-Padrão-SUPER-SUPER-9000″, por que os que existem não funcionam bem. Isso é bom, não fique com inveja dos engenheiros com CREA, fique com pena!!!
[]s
19 Anderson // Apr 19, 2008 at 7:53 pm
Nossa profissão tem que ser regulamentada sim. Isto nos garante proteção, tanto para nós, tanto para nossos clientes. Que tal um advogado que aprendeu “na vida” a advogar? se ele errar, como vc vai processá-lo? como vai fazer ele parar de advogar? E um médico?
Nossa profissão é tão importante quanto medicina e direito. Fazemos fábricas inteiras funcionar, aviões voar,reatores nucleares funcionar, disparar mísseis, satélites, e até o controle de “fiado” da padaria da esquina. Quando um sistema destes falha, como é que o cliente vai agir? Vai procurar quem ?
Eu defendo a regulamentação.
20 AkitaOnRails // Apr 19, 2008 at 8:38 pm
Para variar, nossos ilustres politicozinhos achando que entendem de alguma coisa e ávidos a criar mais e mais cabides para queimar mais do nosso dinheiro.
Palhaçada homérica. Piada de mal gosto sem sombra de dúvida.
21 Juliano Oliveira // Apr 19, 2008 at 9:12 pm
Acho que o Bruno falou muito bem sobre o caso!
Estou correndo para conseguir meu diploma, mas não por isso sou menos competente que um já diplomado.
Analista/Desenvolvedor/Programador bom é programador experiente, com anos de estrada e desenvolvimento.
“E quanto a “Desenvolvedor”, “Junior”, “Pleno”, “Senior”, “Analista de Negócios”, ou o novo cargo de TI de 2010 ??”
Disse tudo!
[]´s
22 Blog do Santiago » Blog Archive » E os políticos hein ?! // Apr 19, 2008 at 10:18 pm
[...] um representante da profissão, e tão interessado como qualquer outro, estou linkando o protesto que o Rodrigo iniciou, e em breve vou fazer o meu [...]
23 Leandro // Apr 19, 2008 at 10:27 pm
Um dia desses vi um blog (não lembro qual) com uma frase mais ou menos assim: “alguém poderia construir um prédio sem ter diploma?”
No momento, apenas pensei comigo: é evidente que sim! O que não pode é construir prédios sem ter conhecimento!
[]’s
24 Bruno // Apr 19, 2008 at 10:45 pm
@Anderson
De que tipo de proteção vc precisa?
Como a regulamentação vai ajudar alguém a processar um profissional porque o software não funciona como esperado?
Advogado, médido?? Você leu os links da SBC, vc sabe o que é SBC? Leia lá por favor a diferença…
Você gosta de Linux?
Você usa software open source?
Você vai parar de usar software open source que não for feito por analistas regulamentados?
Cara você tem o direito de defender sua posição, mas tente embasá-la melhor. Mostre-nos por que a regulamentação vale a pena.
É engraçado que o pessoal que defende a regulamentação sempre tem uns argumentos simplistas, não conseguem ver além do próprio umbigo… e querem proteção…
Cara … na boa, se rolar mesmo, vcs vão merecer o sucateamento…
Se estou errado, mostrem porque!!! :P
[]s
25 Alex Gregianin // Apr 19, 2008 at 11:02 pm
Isso é completamente absurdo!
Concordo plenamente com as palavras do autor desse post.Não tenho diploma,e já fiz diversos sistema profissionais rodando no mercado nas mais variadas plataformas.É ridiculo ver que o governo quer meter o dedo onde não deveria.P/ quem leu a integra da lei,vamos ter que pagar anuidado p/ conselhos regionais!Isso é justificativa p/ roubar dinheiro e gerar mais cargo público p vagabundo ficar atrapalhando o desenvolvimento tecnológico da nação!
26 Rafael // Apr 20, 2008 at 4:46 am
Essa lei em si definitivamente não é boa, mas a iniciativa é interessante.
Seria talvez um passo pra evitar a exploração quase escravista de estagiários , e diminuir o número de contratos “alternativos” dentro das empresas que só servem como instrumento de sonegação fiscal. E outras falcatruas que nós mesmos ajudamos a criar dentro dos nossos ambientes de trabalho.
Mesmo essa lei não sendo aprovada (eu torço pra que não seja) , acho que convém manter viva essa discussão. Auto-regulamentação é anarquia e eu sou contra. Mas se é pra regulamentar, tem que ser regulamentado direito, senão anarquia acaba sendo melhor, o que definitivamente não deveria ser.
27 João Batista // Apr 20, 2008 at 10:17 am
“Não são capazes de aprender para pelo menos igualar-se, então decidem criar algum modo que
possa impedir os outros de crescerem mais ainda”
Mas isto deve ser idéia de algum frustrado que decorou tabela de precedência de operadores
e acham que programar é isto…
E não conseguem sair dos “Hello World!” :)
28 Davi Koscianski Vidal // Apr 20, 2008 at 2:46 pm
A regulamentação é um lixo. Eu estou cursando Física, e aí? Eu amo programar e eu amo Física. Vou ter que abrir mão de um ou de outro?
Palhaçada.
Querem regulamentação? Então que tal regulamentar os cargos políticos?
Quem não tiver um QI acima de 2 não pode ser político. Pronto, resolvi TODOS os problemas do Brasil… :-)
29 Hawk // Apr 20, 2008 at 2:50 pm
@Bruno…
Falou tudo!!!
[]s
30 Bruno // Apr 20, 2008 at 4:05 pm
1) O que eu tenho notado é que, normalmente, as pessoas que são a favor da regulamentação NÃO SÃO os melhores profissionais, os melhores profissionais, formados ou não, formados em Ciência da Computação período integral, em Processamento de dados em 2 anos, formados em outra área ou simplesmente sem educação formal sabem que a regulamentação — principalmente esta regulamentação tosca que estão tentando — não condiz com a nossa realidade. Porque eles GOSTAM de tecnologia e gostam do ambiente de liberdade que temos. E também sabem que este ambiente é que nos torna aptos a resolver quaisquer problemas com mais desenvoltura, ainda que a solução não seja instantânea, por que com regulamentação as coisas podem ficar ENGESSADAS. A regulamentação só vai beneficiar grandes empresas, donos de faculdades e algumas pessoas (temporariamente) que querem viver num mundinho feliz onde vc cresce se forma, vai na formatura com toda a sua família orgulhosa e está automaticamente pronto para enfrentar o mercado profissional e a vida… trabalha das 9 às 18 com tarefas repetitivas seguindo um zilhão de processos, repeitando uma hierarquia a moda antiga… ganha um salário igual a “todos da categoria” com uns 3 níveis de evolução pré-definidos e depois se aposenta, sem esquentar muito a cabeça durante todo este tempo pois vc já é formado…
2) Onde está o Cientista da Computação com uma amplos conhecimentos validados em computação e boa “formação social” — formação social que a faculdade também se propõe a ensinar — que vai respondar as questões que eu escrevi? –> Esse cara provavelmente é a favor da AUTO-regulamentação vigente.
3) Onde está a pessoa que é a favor da regulamentação que vai responder com o mínimo de embasamento as questões que eu coloquei acima e as questões colocadas aqui http://blog.fragmental.com.br/2008/03/21/ainda-bem-que-estou-aqui/ ??? Na verdade eu estou começando a acreditar que esta pessoa — a favor da regulamentação com o mínimo de embasamento — não existe. Só tem gente com os mesmos argumentos simplistas de sempre.
4) Aos que se formaram em universidade pública, antes de transformarem isto num TROFEL, tratem de sem um agente social que preste serviço ao país pq seus estudos foram financiados com o dinheiro de toda a sociedade. E tenha consciência parte do seu STATUS de formado em “federal”, além da possível qualidade do ensino da universidade é fruto de um grande problema educacional: As faculdades públicas tem pouquíssimas vagas, assim muita gente que ficou acima da nota de corte e poderia ter estudado lá não entrou por falta de estrutura, falta de vagas… e sabemos muito bem a origem disto, acho que não é falta de dinheiro, é no mínimo má administração — nem entrei na questão da corrupção …
[]s
31 AkitaOnRails // Apr 20, 2008 at 5:07 pm
@anderson, primeiro de tudo, você está errado. E se discorda disso você é feio :-P
Antes de mais uma regulamentação “ingênua” que coloca na mesma cesta, programadores, ‘analistas de sistemas’ e cientistas da computação está se admitindo burra.
O mercado não precisa de regulamentação feita por um banco de desocupados inúteis (todos os políticos dessa lista são, por definição, desocupados, ignorantes e absolutamente inúteis. De fato, nem deveriam existir). O mercado de informática, por sua própria natureza dinâmica, se auto-regula. Software se chama ’soft’ justamente porque não é ‘hard’. Duh.
O Brasil está ajudando a empurrar todos os bons profissionais para fora do país. Os encostados estão adorando. Protecionismo, historicamente, apenas beneficia os incompetentes. Única e exclusivamente. Não precisamos de reserva de mercado.
Os bons profissionais vamos ter que continuar fazendo o que sempre fizemos: sobreviver. Ninguém nos ajuda, e quando fazem alguma coisa, só nos atrapalham.
32 AkitaOnRails // Apr 20, 2008 at 5:09 pm
@anderson, aliás, você disse: “Fazemos fábricas inteiras funcionar, aviões voar,reatores nucleares funcionar, disparar mísseis, satélites, e até o controle de “fiado” da padaria da esquina.”
Incrível como fizemos tudo isso funcionar sem uma regulamentação idiota.
E você disse: “Quando um sistema destes falha, como é que o cliente vai agir? Vai procurar quem ?”
Para começar, quando um sistema desses falha, na maioria dos casos boa parte da culpa é toda do cliente :-P
33 Bruno // Apr 20, 2008 at 5:15 pm
@AkitaOnRails
Feio RsRs… Boa cara, condordo com o que vc diz.
[]s
34 Bruno // Apr 20, 2008 at 5:18 pm
Eu sou a favor de uma política baseada em resultados, meritocracia, para os profissionais de TI e (mais urgente ainda para a evolução da nossa sociedade) para os políticos brasileiros .
Ah, e antes de tentar regulamentar a nossa área sem buscar entendê-la, eles deveriam regulamentar a deles, pois na gestão pública as boas práticas parecem já estar estabelecidas bem documentadas e há uma escola para ensiná-las, mas eles não são obrigados a frequentá-la para exercer sua respectiva profissão:
[ENAP - Escola Nacional de Administração Pública] http://www.enap.gov.br/
[]s
35 Daniel // Apr 20, 2008 at 6:56 pm
Bruno disse:
“1) O que eu tenho notado é que, normalmente, as pessoas que são a favor da regulamentação NÃO SÃO os melhores profissionais, os melhores profissionais, formados ou não, formados em Ciência da Computação período integral, em Processamento de dados em 2 anos, formados em outra área ou simplesmente sem educação formal sabem que a regulamentação — principalmente esta regulamentação tosca que estão tentando — não condiz com a nossa realidade.”
Como vc sabe disso, vc viu numa bola de cristal?
Acho que você não pode generalizar, estamos debatendo nossas opiniões e você não conhece o perfil de quem está defendendo o lado da regulamentação.
36 Bruno // Apr 20, 2008 at 7:04 pm
*** Ainda não vi ninguém defender a regulamentação com argumentos que levem alguém a pensar nos benefícios, somente argumentos simplistas como eu disse antes. Você por exemplo poderia “me ajudar” a mudar de idéia se acha que estou indo pelo caminho errado.
Considero como bons profissionais pessoas que tenham algo além de habilidades técnicas — não que isto seja deixar as habilidade técnicas de lado, mas existem outros meios além da faculdade para obtê-las. Acredito que não é só isto que é importante no contexto de tecnologia de informação. Daí vejo com bons olhos a formação multi-disciplinar.
37 Bruno // Apr 20, 2008 at 7:14 pm
Eu disse: “O que eu tenho notado é que, normalmente”
Disse normalmente, não disse TODAS, mas diante da falta de argumentos eu ousaria dizer hmmm quase todas… será que estaria certo? não sei.
Bem, estou esperando bons argumentos a favor da regulamentação, se alguém tiver interesse em mostrá-los claro.
Estamos esperando as opniões que mostrem o perfil de quem defende… quem sabe depois de algumas opniões que vão além dos argumentos de sempre possamos criar uma nova imagem deste perfil…
38 Davi Koscianski Vidal // Apr 20, 2008 at 8:06 pm
Pessoal que é a favor da regulamentação: e eu, como fico? Eu não estou cursando um curso superior na área de TI. Vou ter que largar minha vocação se quiser continuar trabalhando/comendo?
39 marco_piracicaba // Apr 20, 2008 at 8:44 pm
Leiam isto:
http://www.dicas-l.com.br/linha_de_data/linha_de_data_20080319.php
E depois isto:
http://www.dicas-l.com.br/linha_de_data/linha_de_data_20080403.php
40 Guilherme // Apr 20, 2008 at 10:17 pm
Pessoal, nao sou formado (eng. computacao) pq meu trabalho nao tem me permitido continuar os meus estudos. No momento estou em um projeto direto com a matriz da empresa que trabalho em Chicago, venho toda hora pra cá. Nao poderei mais ser o profissional que sou por nao ter um diploma?? Por favor, parem com essa besteira!!
O cara pode ser um excelente cara de TI (o analista de sistemas de voces) e nao ter formacao de ciencia da computacao e tal. Mas o que impede o cara de trabalhar com TI? A lei? Vamos nos combinar, eu acho que o cara fucador será muito melhor que um diplomado qualquer. Não há quem me diga o contrario. Não falo pois acho a teoria bonitinha, o melhor programador que conheco nao tem faculdade e vou te dizer, muito diplomado NUNCA vai ganhar o que o cara está ganhando com o desenvolvimento de software!
Nao precisamos de lei nenhuma, precisamos de gente qualificada, fucador, leitor de blogs, auto-didata. Abaixo os diplomados que se acham os tais sem nem saber como instalar uma impressora no windows.
Abraco,
Guilherme
41 Bruno // Apr 20, 2008 at 11:53 pm
Falando em perfis, imagino alguns POSSÍVEIS perfis de quem defenderia a regulamentação:
- “Apertador de parafuso”, mas não o que “aperta parafuso” por que tá começando agora, aprendendo, aquele que já “aperta parafuso” há muito tempo e não sai daquilo. Aí precisa de proteção — reserva de mercado — para ver se evolui mais um pouco, ao menos financeiramente, se apoiando na falta de concorrência.
- Aquele cara iniciante que ainda não conhece muito o mercado, ou então aquele cara meio desligado, que ouviu que um conselho vai organizar mais as coisas, ele é até bem intencionado.
- “Estrelinhas” que se destacaram em alguma empresa, numa determinada situação, e se encomodam em ver pessoas formadas em outras áreas ou sem formação fazendo igual ou melhor.
- Onde estão as pessoas com BOAS RAZÕES para regulamentar? Elas respondem as questões levantadas? Elas existem? Sinceramente gostaria de ouví-las, para quem sabe tirar essa certeza absoluta da minha cabeça, que me leva a um estado de irritação quando vejo só, SOMENTE, argumentos simplistas :P
PS: Eu já vi um cara que numa dessas discussões sobre regulamentação dizia: “Você iria num médico sem formação, iria num advogado sem informação? sou formado em federal, blah blah blah”, no entanto pouco tempo atrás ele havia recebido ajuda de um respeitado membro sem educação formal da comunidade JAVA sobre ARQUITETURA — eu vi o POST num GUJ. Fica a história, não vou apontar o link porque não acho apropriado. O “respeitado membro sem formação” ensinou algo sobre “modelos anêmicos” (http://martinfowler.com/bliki/AnemicDomainModel.html) a ele, que ficou agradecido, para que desenvolvesse um modelo de domínio realmente OOP e tal…
[]s
42 Bruno // Apr 21, 2008 at 4:21 pm
marco_piracicaba disse:
“”Leiam isto:
http://www.dicas-l.com.br/linha_de_data/linha_de_data_20080319.php
E depois isto:
http://www.dicas-l.com.br/linha_de_data/linha_de_data_20080403.php“”
Cara esses textos são muito bons e muito abrangantes, obrigado!
Sobre opniões sem embasamento aqui está um trecho interessante:
“Pior ainda é ver estes mesmos defensores sem a mínima capacidade de procurar o projeto de lei para comentá-lo mas mesmo assim o idolatram. Com isso fica a certeza que estes são, via de regra, incapazes de debater uma idéia e apresentar seus pontos de vista de forma que seja efetivamente feito um debate em torno de qualquer assunto, o que me traz o medo de ter estes mesmos debatedores como diretores de um conselho, pois fico imaginando o nível de conselheiros que teríamos.”
Como alguém pode concorder com a regulamentação nesses moldes? Leiam os links da SBC e esses 2 últimos, pelo menos…
43 Thiago // Apr 21, 2008 at 5:56 pm
É prejudicial para quem não tem curso superior…quem está reclamando, basta fazer uma faculdade…simples.
Alguém aqui vai num médico porque ‘ele aprendeu com o pai dele, tem muita experiência, é melhor que os recém formados!’?
Tá faltando seriedade aqui. Quem defende a não-regulamentação, esta olhando para o seu próprio umbigo, só isso. A profissão DEVE ser regulamentada, depois ajusta-se. Mas o PRIMEIRO PASSO É A REGULAMENTAÇÃO.
44 Bruno // Apr 21, 2008 at 6:16 pm
@Thiago e Pessoas a favor da Regulamentação, por favor respondam algumas questões a altura:
1) Vc usa software open source? Após a regulamentação vc deixaria de usar, por exemplo, Linux? Há grandes contribuições de adolescentes (Marcelo Tosatti) no projeto.
2) Vc usaria apenas software open source com selo “analistas regulamentados contribuíram para este projeto” ? O que vc acha sobre esta questão?
2) Como a regulamentação ajudaria a organizar a área? — Parece que a regulamentação proposta é bem simplista…
3) Você leu os links da SBC ?
- http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc.html (Intro)
- http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc-original.html (Legislação atual seguida de Justificativa)
- http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc-faq.html (FAQ)
4) Você leu esses 2 links:
- http://www.dicas-l.com.br/linha_de_data/linha_de_data_20080319.php
- http://www.dicas-l.com.br/linha_de_data/linha_de_data_20080403.php
5) Você tem o hábito de ler Rs?
45 Elton // Apr 21, 2008 at 6:19 pm
Infelizmente ainda temos mentes pequenas como a sua pensando deste modo… Lamentável!
46 Bruno // Apr 21, 2008 at 6:27 pm
Sim, o Thiago é um retrato da pessoa que é a favor da Regulamentação, com frases rápidas e sem profundidade e aquela opniãozinha sem embasamento.
47 Marcelo Menezes // Apr 21, 2008 at 7:38 pm
Sou formado na área e também não concordo com a regulamentação. Como o Akita disse,”…O mercado não precisa de regulamentação feita por um banco de desocupados inúteis…”.
Conheço muita gente boa que trabalha na área e não possui curso superior na mesma.
48 Davi Koscianski Vidal // Apr 21, 2008 at 9:24 pm
@Thiago: programação != transplante de órgãos.
Mas eu posso estar enganado. Eu não tenho formação na área de TI.
49 Thiago // Apr 21, 2008 at 11:32 pm
@Bruno: cara, por favor, não me julgue, vc NÃO me conhece. Você, que se diz uma pessoa muita inteligente, escreveu O QUÊ até agora? Ah sim, atacou de psicólogo e tentou definir ‘PERFIL’ de quem é a favor da regulamentação!!! Também atacou meu curto comentário, e de mais algumas outras pessoas.
Cadê a genialidade? A opinião crítica, inteligente e ‘não rasa’?
Mais humildade, por favor.
50 Bani // Apr 22, 2008 at 8:23 am
Acho que um exemplo clássico é o Google (já que o povo adora comentar qualquer coisa relacionada a ele). A maioria dos “engenheiros de software” do Google em BH são formados exatamente nisso, engenharia. Ou seja, uma atividade coberta pela lei com uma formação não coberta. E alguém vai falar que o software deles é ruim?
51 Davi Koscianski Vidal // Apr 22, 2008 at 12:32 pm
@Bani: o que está em discussão não é a capacidade de um formado em fazer software. O que está em discussão é a proibição em fazer Informática.
52 Bruno // Apr 22, 2008 at 2:04 pm
@Thiago
A conclusão, ou melhor OPNIÃO, foi formulada a partir dos seus POSTs. E vc acaba de “gastar” mais 1 POST para não dizer nada útil a favor da regulamentação, que vc é a favor, talvez porque não tenha o que dizer? será? é o que parece. Se vc acha que eu só “ataquei de psicólogo” e não coloquei nada útil a meu favor, ou seja AUTO-REGULAMENTAÇÃO, deixa um grande espaço para que imaginem coisas sobre o seu perfil…
53 Bruno // Apr 22, 2008 at 2:09 pm
@Thiago
Porque vc não debate numa boa, responde às questões levantadas, nos questione também, ao invés de apenas tulmutuar?
54 Clovis // Apr 22, 2008 at 2:28 pm
Historinha rápida:
Trabalhei num órgão do governo que separava os profissionais em duas categorias discriminadas na licitação – analistas para os formados e técnicos para os não formados.
O problema é que um cara (que por sinal é um grande profissional) estava como técnico e ficava sem possibilidade nenhuma de crescimento. Esse cara saiu do órgão e o responsável pela licitação (o mesmo que tinha realizado a separação) agora procurava uma maneira de contornar o problema eliminando isso do contrato, mas já não era possível.
Já conheci muita gente formada (em ótimas faculdades) que era simplesmente incompetente no sentido mais completo da palavra, da mesma forma, já conheci pessoas absurdamente competentes que não eram formadas.
55 Bruno // Apr 22, 2008 at 3:07 pm
Eu conheço caras muito bons que estudaram em boas faculdades.
Eu conheço caras muito ruins que esturaram em boas faculdades.
Eu conheço caras muito bons que não estudaram na faculdade.
Eu conheço caras muio ruins que não estudaram na faculdade.
O MERCADO é eficiente em fazer um “seleção natural”, muito mais que essa regulamentação cega. Se alguma empresa não faz — seleção — ela acabará falhando na “seleção natural” entre as empresas.
56 Bruno // Apr 22, 2008 at 3:11 pm
A qualidade dos produtos/serviços atestam a qualidade dos profissionais envolvidos. Este é o termômetro. Se a faculdade valeu — acredito que pode-se fazer valer a pena sim — mostre resultado nos produtos/serviços.
57 Leandro // Apr 22, 2008 at 9:16 pm
Apenas para “rebater” alguns dos comentários:
Tenho 15 anos de estrada. Durante todo este tempo estudei como um louco. Perdi incontáveis noites, finais de semana, e há 8 anos não tiro mais que um feriadão de férias.
Se eu entrar na faculdade, hoje, é muito provável que encontre os mesmos velhos amigos que um dia me pediram (sem sucesso) para que eu fizesse seus trabalhos finais, atuando como professores.
Bom, o que eu faria lá? Concordo que sempre se aprende, claro. Mas eu não preciso de alguns anos para isso. Não no meu caso. Estou enfiado de corpo e alma nesse negócio há muito tempo.
Conheço um monte de gente que está na mesma situação. Estou espalhando por aí que o grande negócio é estudar, sim, só que estudar INGLÊS (além da capacidade de ler, que é obrigatória), para ter boas condições de pegar trabalho em países de verdade, onde se dá valor ao conhecimento, INDEPENDENTE DA FONTE.
[]’s
58 Mauricio Nunes // Apr 23, 2008 at 12:49 am
Viiiiiixi, essa discução vai longe !!!
Mas queria deixar uma última opnião. E essa vai para o nosso colega de profissão Leandro.
Para muitos informática é resumido em java, .NET, SQL, e padrões de projetos. Informática e muito mais que isso, é Redes, Arquitetura de computadores, Sistemas Operacionais, Modelagem de Banco de Dados, compiladores.
Passei 4 anos da minha vida estudando essas matérias, para depois perder uma vaga para um cara que aprendeu a programar lendo Deitel e Deitel, e use a cabeça.
Para né !!!!!!!!
59 Mauricio Nunes // Apr 23, 2008 at 12:54 am
Leandro, não dúvido da sua capacidade e da sua auto didata. Com certeza em seus 15 anos de experiência, muitos conhecimentos você adquiriu e com certeza isso para você vale mais que 4 anos em uma faculdade.
Mas posso afirmar que em 4 anos em uma universiade aprendi muita coisa, talvez coisa que você não encontre em livro nem em sites da internet.
60 Bruno // Apr 23, 2008 at 1:11 am
@Mauricio Nunes
Em primeiro lugar obrigado por levantar algo útil a ser discutido. Até agora somente o Daniel fez, embora não tenha continuado.
Essa é uma das principais queixas de quem fez faculdade — tirando aquelas que eu taxei de simplistas –, imagino que vc possa ter tido boas aulas, mesmo, mas estes tópicos não estão disponíveis única e exclusivamente numa sala de aula.
Arquitetura de Computadadores, SOs, SOs Distribuídos, Redes vc encontra nos LIVROS do Tanenbaum uma boa fonte, não são os únicos.
Existem ótimos livros sobre estruturas de dados também, seja usando JAVA ou C# ou usando C/C++.
Concordo que só OO, JAVA, .NET, Design Pattern e Banco de Dados não são suficientes, mas autodidatas não estão limitados a isto.
Vejo um problema em valorizar diploma em detrimento do conhecimento.
[]s
61 Bruno // Apr 23, 2008 at 1:12 am
@Maurício Nunes
Digo, algo útil a favor da regulamentação.
[]s
62 Bruno // Apr 23, 2008 at 1:37 am
@Mauricio Nunes
Com “livros chave” do Tanenbaum, Steve McConnel, Martin Fowler entre outros, vontade de programar, curiosidade, artigos e interação (amigos, trabalho, WEB) vc consegue seguir uma linha “plano de estudos” — planejado ou não — que supra a necessidade de um profissional de desenvolvimento de software, de software corporativo.
Quanto as outras áreas, talvez até mesmo vistas como + complexas tem gente que consegue fazer o algo parecido, e não fica devendo quando comparado à um cara com educação formal…
[]s
63 Tonismar // Apr 23, 2008 at 11:03 am
Gostaria de saber qual a opinião do pessoal na seguinte situação: Dois programadores em uma empresa um formado, investindo grande parte do seu salário em cursos e outro o famoso “micreiro” que, para a necessidade da empresa, até que resolvia os problemas porém de forma errada, na base da tentativa e erro e, caso funcionasse, não sabia como fez funcionar e, com certeza, levou muito mais tempo para resolver. Obviamente se o problema ocorria novamente seria levado o mesmo tempo para solução pois teria que ser feitos inúmeras tentativas e erros novamente. Sem contar a despreocupação com o desempenho na solução do problema. Com certeza o formado sabia a causa e a solução do problema. Só que, como na fábula da martelada no lugar certo, o formado era mais caro que o micreiro para a empresa. Porém em um momento de redução de custo a empresa preferiu excluir o formado e ficar com o micreiro. Lógico a primeira impressão que fica é, a empresa que errou pois pensou no curto prazo. Caso a lei vigorasse nessa época esse micreiro nem estaria trabalhando na empresa. Esse é um exemplo de que a lei teria protegido uma pessoa que merecia, na minha opinão. Claro que esta é apenas uma situação. Mas o Akita escreveu algo no seu blog que realmente me balançou. Principalmente a frase “…Grandes programadores não são formados. Grandes programadores se formam…” Realmente fez efeito na minha opinião. Então se uma empresa prefere um micreiro do que um desenvolvedor que entende do assunto realmente (formado ou não) ponto negativo para empresa. Até mesmo porque no final, quem saiu ganhando fui o desenvolvedor que foi para empresa melhor que valoriza um bom profissional. ;)
64 Davi Koscianski Vidal // Apr 23, 2008 at 4:30 pm
@Tonismar: todos os “micreiros” que SABEM desse projeto idiota são os que investem em seus conhecimentos.
65 AkitaOnRails // Apr 23, 2008 at 6:02 pm
@Tonismar, isso mesmo. Porém muito cuidado: o cenário que você desenhou é o que está na cabeça da maioria que é “pró-regulamentação”. Esse é o medo do formado de que seu colega do lado – não formado – vai tomar seu emprego.
A premissa é falha por causa do seguinte:
- se você é “bom”, sendo formado ou não, para começo de conversa não deveria ter “medo” do outro tomar seu emprego.
- se seu chefe realmente for preferir o cara mais barato (não necessariamente alguém formado é mais caro!) então eu sinceramente não esperaria ser demitido: eu me demito antes pois uma empresa assim não agrega em nada para minha carreira.
É assim simples. Eu já fui esse “micreiro”. Eu passei pela USP mas não me formei. Para todo efeito eu cursei várias cadeiras do curso. Eu fui além disso, estudando matérias que sequer são ensinadas na universidade. Eu já fui barrado duas vezes em empresas que pediam o diploma primeiro e o currículo depois.
No primeiro caso me ofereceram menos para não ofender os que eram formados. Mandei o cara lá para “aquele lugar” e saí.
No segundo caso iam “abrir uma exceção para mim” mas também saí fora.
Desde 1995 eu não passei uma semana sequer sem emprego/trabalho. Durante a época da bolha entre 1999-2001 eu mudei de emprego umas 4 vezes (startups fechando, etc) e mesmo nesse período era sair de uma empresa num dia e pingar no outro no dia seguinte.
Portanto digo e repito: eu só trabalharia em empresas que dão valor ao serviço e não ao papel.
Por outro lado eu tenho 2 certificações, uma de SAP desde 2002 e outra de PMI desde 2005. Nenhuma das duas foi absolutamente relevante pra mim até hoje. Na minha experiência, pelo menos dentro da minha área, o mercado tem se auto-regulado sem problemas. Eu negocio meus valores, o cliente tem a opção de dizer sim ou não. Só isso.
Programação não é um trabalho repetitivo que pode ser feito por qualquer um. Muita gente ainda deve confundir programador com digitador onde só importa toques por minuto. So sorry.
66 Marcio // Apr 24, 2008 at 1:51 am
Antes de mais nada, sou formado :)
Os argumentos principais a favor da regulamentaçao que tenho visto, sao:
- o nivel tecnico dos analistas de sistemas do mercado vai subir, já que só vamos ter analistas formados em universidades.
Como já foi comentado extensivamente aqui, diploma não é igual a bom profissional (em qualquer área).
- os profissionais formados vao ser valorizados porque vão “concorrer” com gente da área.
Se as empresas brasileiras seguissem a lei ao pé da letra, isso poderia acabar acontecendo. Mas dentro de pouco tempo teríamos novamente a procura por faculdades de informática, saturando o mercado novamente.
- o mercado vai pagar melhor porque o conselho vai regular.
Quem decide quanto o mercado vai pagar é o mercado.
- O cliente vai estar protegido dos maus profissionais.
AQUI É QUE O BICHO PEGA PRA VALER!
Veja só, caro pró-regulamentação: o argumento “proteção ao cliente”, tal como acontece com médicos, engenheiros e advogados, é atraente, mas vamos ver(mal e porcamente) como essa proteção funciona.
Os Conselhos exigem que o profissional seja formado e às vezes façam uma prova pra exercer a profissão. Como nós sabemos, isso não garante que nao existam profissionais incompetentes.
Quando um profissional incompetente faz uma merda, o cliente faz uma “reclamação” com o conselho do profissional, que apura o caso e decide se o profissional fez tudo correto e pode continuar excercendo a profissão ou não. Sacou o problema?
Suponha que o seu cliente, após te contratar pra fazer A, (mas na verdade queria que voce fizesse B) fica insatisfeito com o seu trabalho, e decide te reportar como “mau profissional”?
“Ah, mas aí é só documentar todo o processo corretamente, e voce está protegido!”.
Ah é? Suponha que voce, obedecendo seu chefe, ignora os procedimentos da empresa e faz um “ajuste de emergencia” no sistema em produção e isso depois resulta numa merda federal por um motivo qualquer. O seu chefe nega tudo.
Hoje, na pior das hipoteses, voce perde seu emprego. No caso do cliente acima, perde o cliente e provavelmente o valor do contrato. Mas com essa lei, voce pode ser PROIBIDO DE TRABALHAR. Seu investimento de uma vida jogado fora injustamente.
No mundo de gambiarras, falta de documentação, especificação errada(principalmente), imprevistos, pressões, prazos impossíveis, clientes sem noção, necessidades que variam mais que a lua, etc e etc da nossa área, voce realmente quer dar esse poder ao seu cliente/empregador? Não adianta se a sua empresa é CMM nivel um milhão, isso acontece em todo lugar.
E Deus me livre se a ideia de “proteger o cliente” for levada adiante. Não que o cliente não mereça, mas porque senão vamos ter um monte de burocratas que, pra justificar o salario, vao querer definir COMO devemos trabalhar. E se até hoje as mentes mais brilhantes da computação do mundo não conseguiram uma método “universal” de desenvolvimento de sistemas, imagina o tamanho da merda que os burrocratas vão fazer.
Eu queria falar outros pontos, mas já tá tarde.
Gostaria de saber o que os “pró-regulamentação” acham.
[]s,
Marcio
67 Bruno // Apr 24, 2008 at 9:28 am
@Tonismar,
1) Imagine a seguinte situação:
Você entrevista/avalia 2 candidatos, A) um profissional satisfaça plenamenta suas necessidades (SOs, SOs Distrib., Estr. Dados Redes, Conhecimentos em Análise/Modelagem + alguma(s) Tecnologia(s) “MainStream” como JAVA, .NET, Ruby ou “X” por exemplo, ETC) e B) um “energúmeno” Rs…
Vamos supor que nesta situação o candidato A não seja “formado”, mas o candidato B sim — muita gente sai da universidade nestas condições, e muitas vezes as universidades são prestigiadas.
*** Hoje você pode escolher o candidato A para integrar a sua equipe de desenvolvimento. Justo para os 2 lados — quando a empresa quer o “mais barato” cabe ao candidato A buscar um lugar que necessite de seus serviços — o que não é assim, algo muito difícil por que falta gente qualificada — e não gente “formada”.
2) Ainda num mundo perfeito passar pela universidade sempre valha a pena — e todos o façam — essa tal regulamentação seria danosa para profisionais de tecnologia:
a) Burocraria — “”Sua solicitação ainda não foi deferida senhor, ***estaremos deferindo nos próximos 5 anos, e vê se não reclama, meu cargo é vitalício, não tem SAC, ombusdman, goste ou não sou eu que te atendo :P”".
b) Taxas/Impostos — Sem palavras.
c) Leis específicas por estado — Se alguém achar que muitas pessoas de fora do estado vem para são paulo, normalmente em busca de salários mais altos, os orgãos podem começar a dificultar sua vida — Eu sou paulista e acho isto injusto.
d) “Reserva de mercado”, mesmo entre profissionais de informática.
e) Falta de liberdade e intromissão na nossa atuação que hoje é livre e auto-regulada.
[]s
68 Tonismar // Apr 24, 2008 at 11:03 am
Realmente, concordo com todas as opiniões relatadas sobre o cenário que criei. Também não sou formado ainda. Sei que, realmente o formado nem sempre é o melhor até porque, tem pessoas que realmente aproveitam a universidade e outros aproveitam o bar do outro lado da rua da “facul” (não que isso seja ruim, mas tudo tem seu tempo e quantidade ;) ) e no final, em grande parte, acabam ambos ganhando o canudo. Começo a me convercer :) que essa lei não trará nada de produtivo para a área além de gerar burocracia. Andei lendo bastante a respeito. Porém me ocorreu uma dúvida, como países do primeiro mundo tratam dessa situação? Geralmente costumo comparar como determinadas situações são tratadas no Brasil e em outros países, acho válido isso. Não que outros países sejam sempre os corretos mas é bom ver como outras nações lidam com o mesmo assunto.
[]’s
69 Bruno // Apr 24, 2008 at 11:26 am
@Tonismar,
Legal cara, fico feliz por vc ter se informado e também por ter coragem de mudar de opnião, após avaliar outros argumentos. É preciso “combater” quem não faz nada, quem é acomodado e quem “só fica no bar na hora errada”, por que esses tipos conseguem diploma depois de passar 4 anos num “clube”…
Dá uma lida nesse POST: http://blog.fragmental.com.br/2008/03/21/ainda-bem-que-estou-aqui/
Um trecho sobre o que vc perguntou:
“Eu pergunto se o senador Eduardo Azeredo tem respostas para estes questionamentos. Pergunto se ele e os envolvidos e apoiadores deste grande erro sequer sabem que existe um mundo todo aqui fora e que o Brasil não é o primeiro a passar por este questionamento. Pergunto se eles sabem que nenhum pais minimamente relevante na área de Tecnologia da Informação, desde os desenvolvidos até nossos colegas de BRIC impõe uma lei absurda dessas.”
[]s
70 Bruno // Apr 24, 2008 at 12:12 pm
@Tonismar
Na verdade não é preciso “combater”, como eu disse, é só deixar a auto-regulamentação cumprir o seu papel desempenhando a “seleção natural” de profissionais e empresas :) …
[]s
71 Bira // Apr 24, 2008 at 2:18 pm
@Daniel
“É óbvio que a graduação não faz diferença, mas uma boa graduação faz muita. Eu me formei em faculdade federal e percebo que pessoas que se formaram em faculdades particulares e em cursos de 2 anos e meio ou três também não tem base pra enfrentar problemas complexos. ”
Eu é que pergunto, Daniel:
Como vc sabe disso, vc viu numa bola de cristal?
Acho que você não pode generalizar, estamos debatendo nossas opiniões e você não conhece o perfil de quem está defendendo o lado da regulamentação nem da não-regulamentação.
72 rodrigo // Apr 24, 2008 at 3:02 pm
Meus queridos
O que importa é: Quem fica parado é poste! (macaco simão). Portanto vamos estudar…
Rodrigo Piovesana
73 Bruno // Apr 24, 2008 at 4:37 pm
Vamos estudar, sim, com a liberdade de escolhermos o que estudar, onde (faculdade ou não), de acordo com a nossa demanda, que normalmente estende a demanda do mercado (ou quem sabe, às vezes, nicho de mercado) que queremos atender e que este seja o regulador dos profissionais e seus respectivos e produtos/serviços.
Os acomodados que se movam.
Espero que no futuro profissionais de outras classes, quando aplicável, comecem a pendurar o currículo/portfólio na parede no lugar do diploma!
[]s
74 Bruno // Apr 24, 2008 at 9:54 pm
É tudo que eu queria dizer, mas acho que não conseguiria ir tão a fundo, e MAIS:
http://www.akitaonrails.com/2008/4/19/off-topic-vamos-todos-impedir-a-regulamenta-o-da-profiss-o-de-analista-de-sistema
[]s
75 Rafael Dx7 // Apr 25, 2008 at 2:00 am
fico muito desanimado ao ver profissionais de informática sendo favoráveis a este absurdo em forma de lei.
trabalho com informática não tem tantos anos como muitos aqui, mas vejo diariamente profissionais diplomados fazendo muita burrice.
infelizmente vejo esta lei de regulamentação se encaixando perfeitamente no perfil do brasil, no perfil do brasileiro, o que é pior. tomara que eu esteja enganado e aconteça como naquele plebiscito do desarmamento, que me deixou bastante surpreso, o seu resultado.
os que defendem a regulamentação, através desta lei, acredito que estão confundindo o sentindo de regulação e regulamentação, que essa lei faz com um objetivo claro de usurpação. ou então não conseguem ver quem realmente vai ganhar com isso. ou ainda é o mesmo tipo de pessoa que sai da área de informática, com medo de novas tecnologias ágeis, achando que elas tomarão o mercado de tal forma, que ele não necessitará mais de profissionais de informática.
76 Gustavo // Apr 25, 2008 at 9:22 am
Não pude ler todos os comentários, me desculpem se já escreveram algo parecido, mas, apesar de ser formado na área, sou contra a regulamentação da profissão, pelo menos não do jeito que está sendo proposta. Vi que alguém comentou a respeito dos cursos de 2 anos. E se esse já é um problema hoje, imaginem quando ter um diploma na mão for necessário. Aí sim, vão aparecer mais um milhão de “Uniesquinas”. E outra questão, que já foi provada em em outras situações, é que nossos legisladores, sem sombra de dúvida, não entendem nada dessa área. Vide bloqueio de wordpress entre outras.
77 Rafael // Apr 25, 2008 at 2:55 pm
Uma pergunta: Se o mercado se auto-regula hoje englobando todos os níveis de graduação. O que impede o mercado de se auto-regular, mas privilegiando mais quem é formado e bom?
Ao meu ver, caso isso seja aprovado e levado a sério, profissionais ruins (formados ou não), vão continuar sem emprego, e profissionais bons serão empregados. O mercado vai se auto-regular, quem ainda não tem um curso superior vai ter que correr atrás se quiser concorrer a níveis mais altos, é assim dentro de todas as áreas.
É injusto? É! Mas é uma forma de incentivar a educação formal.
Profissionais de arquitetura por exemplo, não podem exercer sua profissão formalmente antes de terem registro no CREA. Entretanto eu conheço pelo menos 2 pontos aqui no DF que foram completamente planejados por estagiários ainda na metade do curso de arquitetura. Eles são piores que o arquiteto formado que assinou o projeto? NÃO! Talvez sejam até melhores, mas eles precisam do registro de educação formal para poderem trabalhar. E eu acho que isso não estraga o mercado de forma alguma.
78 Bruno // Apr 25, 2008 at 3:53 pm
@Rafael,
Neste cenário, qual o curso que hoje abrange o necessário, por exemplo, para um profissional “completo” para desenvolvimento de software corporativo? E para software assim ou assado?
Ciência da Computação?
Sistemas de Informação?
Processamento de Dados?
E qual a faculdade tem a grade ideal? Eles só fazem um “marketing” dizendo que estão “sintonizados” com o mercado… Já outras, tidas como boas, dão um grande foco em pesquisa, cuja prática no Brasil é ZERO.
Na MINHA opnião o curso IDEAL, para desenvolvedor de software corporativo, por exemplo, deveria agregar elementos de Ciência da Computação + Muita Modelagem OO seguindo a “escola” que o Martin Fowler descreve aqui: http://martinfowler.com/bliki/SchoolsOfSoftwareDevelopment.html
Mas é só a minha opnião. Hoje VC pode ter a sua OPNIÃO e PRATICÁ-LA com pessoas que pensam da mesma forma, as empresas de tecnologia também, sendo o produto final o resultado do trabalho onde a qualidade pode ser verificada por quem consome.
Eu não entendo muito de “Arquitetura Arquitetura”, mas acho que é uma área diferente da nossa conforme o Akita descreve aqui: http://www.akitaonrails.com/2008/4/19/off-topic-vamos-todos-impedir-a-regulamenta-o-da-profiss-o-de-analista-de-sistema#comments
Quem vai determinar o que é melhor para cada área — com tantas mudanças rápidas — dentro da tecnologia?
O que é “levar a sério”?
Pra que criar esse “glamour” de “habilitado”, “credenciado” em torno de uma mentira?
Nenhum país desenvolvido fez isto até agora, vc acha que qualquer coisa (pró-regulamentaçaõ) vale a pena, mesmo vindo de políticos completamente ignorantes sobre a nossa área? com intenções, atitudes e histórico questionáveis…
[]s
79 Bruno // Apr 26, 2008 at 12:15 am
E, na boa, não me orgulho em dizer isto, mas acho melhor nos guiarmos pelo mercado internacional, buscar falar inglês logo, a maioria das iniciativas aqui são furadas, esta é a realidade. Quem trabalha há algum tempo, e se importa, sabe disto.
Livros só em inglês, ou seja INTERNACIONAIS. Tem algumas poucas exceções. Das traduções a metade é ruim.
Bons artigos também, a grande maioria praticamente, só em inglês — algumas poucas exceções. Tem algumas coisas boas e originais, mas tem muita tradução de trecho de documentação de gente simplesmente tentando se promover, e não fazer um bom artigo para então, consequentemente, se promover… fazem “marketing pessoal” em primeiro lugar… depois podem usar o artigo tosco como argumento para algumas empresas que valorizam o diploma em primeiro lugar…
Revistas: a mesma história triste. A maioria é lamentável, passam o ano ensinando a “fazer DataBind no DataGrid”, e muitos desses autores dão ênfase a sua formação no final ou início do artigo (apresentação). Porquê nas revistas INTERNACIONAIS (www.msdnmagazine.com,www.ddj.com,java.sys-con.com,ETC) os autores não fazem isto? Nas revistas intenacionais onde o conteúdo de hoje no Brasil saiu ha 3, 4 meses atras os autores dão ênfase em seus interesses, especialidades e seu emprego atual na apresentação.
Bom, enfim, se um dia eu tiver que me submeter há alguma prova, alguma REGULAÇÃO, que seja elaborada fora daqui, por que aqui o risco é grande. E que seja “imposta” pelo mercado, com um objetivo bem claro. E não por uns caras inseguros e atrasados que precisam se “auto-afirmar”.
Agora, para poder trabalhar, obrigar alguém a pagar 30,40 até 60 000 mil ou mais e Dispor de 3000 horas — enquanto poderia ler bons livros — para “aprender” algo que é possível conseguir sozinho — muitas vezes com maior aproveitamento — pra dizer que “incentiva educação” é o fim …
[]s
80 Marcos Urata // Apr 26, 2008 at 1:19 pm
É lamentável ver posts como esse. É claro que informática não é como medicina em que se pega um livro começa a estudar e já pode sair procurando emprego como médico especialista em XX.
Se vc já se considera bom programador suficiente, a ponto de achar que graduacao, mestrado, doutorado ou qquer estudo academico na area de informatica besteira, é pq realmente vc é um ser extremamente arrogante e limitado.
Eu conheco muitas pessoas que nao tem curso superior e sao altamente competentes e eficazes no que fazem. So nao fazem o curso superior pq nao tem “saco”. Entretanto, elas mesmas reclamam que o mercado de TI é uma zona. Psicologos que nao vêem boas perspectivas financeiras no seu trabalho, mas que gostam de informatica resolvem fazer um cursinho de java e ja se dizem programadores java.
O resultado é essa zona que temos hoje no nosso mercado de TI, em que chutando por alo, uns 50% sao de fato, com formacao em informatica, e o restante ou nao tem curso superior ou vieram de outras áreas.
Enfim,
sou totalmente contra esse post e a favor do projeto.
81 Bruno // Apr 26, 2008 at 9:32 pm
@Marcos Urata
Então, primeiro pega leve com relação a ARROGÂNCIA, pq em nenhum momento eu disse que ja aprendi “tudo”, mas talvez já tenha mapeado quase tudo com relação a ALGUNS, ALGUNS!, domínios específicos. Eu introduzi uma série de argumentos abrangendo contextos MAIORES antes de afirmar algumas coisas, não foi do nada…
Conheço várias pessoas no mercado que, hoje, são mais experientes que eu sim, mas a questão não é esta, e quanto a detalhes da minha qualificação, só discuto em entrevistas.
ARROGANTE É QUEM SAI DA FACULDADE DE IFORMÁTICA, NÃO APRENDEU TUDO, PQ LÁ NÃO SE ENSINA TUDO E QUER DESQUALIFICAR OS OUTROS PROFISSIONAIS.
Se vc tiver saco pra ler tudo vai ver que não sou contra graduação, pós-graduação nem mestrado nenhum. SOU CONTRA A VALORIZAÇÃO DE DIPLOMA EM DETRIMENTO DE CONHECIMENTO, principalmente no cenário descrito.
LEIA os outros POSTS antes de cair de paraquedas.
Se vc não conseque se diferenciar, através do seu trabalho, dos “que resolvem fazer um cursinho de java e ja se dizem programadores java” a passagem pela faculdade não deve ter lhe ajudado o quanto deveria, agora quer usar outros meios para justificar o investimento!
82 Leandro // Apr 26, 2008 at 9:33 pm
@Marcos Urata
Concordo que a área está uma zona. Aliás, uma grande e irritante zona. Mas, discordo do projeto (nos moldes em que está) como uma tentativa de “corrigir” o problema.
Quanto ao caso do psicólogo que fez um cursinho de Java, talvez ele possa ser contratado para dar reforço para uma meia dúzia de topeiras que eu conheço, e que não estão conseguindo fazer seus projetos finais na “facul” porque não entendem uma linha sequer de Java. Agora, pergunta o preço da cerveja do bar do outro lado da rua, pergunta.
Não me leve a mal, não estou querendo irritar ninguém ;) O que eu quero dizer é que existem os bons e os ruins, os interessados e os botequeiros, os estudiosos e os babacas.
Este projeto de lei, da forma que está, vai acabar dando desmerecido crédito aos ruins, botequeiros e babacas possuidores de diploma, e condenar muitos bons, interessados e estudiosos que estão do “outro lado”. Tá tudo errado.
É engraçado, eu e tantos outros, mantermos essa postura, defendendo a profissão acima de tudo. Digo isso porque se essa lei for aprovada, vamos ser obrigados a procurar outra coisa para fazer e não poderemos nem ajudar a reverter o quadro patético que irá se instalar na área de desenvolvimento de software.
No mais, boa sorte para todos, nós e eles ;)
[]’s
83 Bruno // Apr 26, 2008 at 10:07 pm
Parece que aqui no Brasil, quem se informa e protesta é visto 1) como otário que tá perdendo tempo e não partiu para a solução mais conveniente ou, 2) quando mostra argumentos que não são facilmente quebrados é arrogante.
84 Marcos Urata // Apr 27, 2008 at 12:23 am
@Bruno
Desculpe se eu te ofendi. Não quero ofender ninguem e muito menos que alguém se sinta atacado pelo o que eu disse.
A única coisa que eu acho é que da forma como está pior não tem como ficar. É claro que a regulamentação da profissão, nos moldes proposto, ainda vai ter que se alinhar a realidade do mercado de trabalho.
O que eu não concordo, é as pessoas não verem a possibilidade que essa lei terá em melhorar de fato o trabalho de quem trabalha com TI, acabando e condenando essas empresas que nos obrigam a abrir empresas para recebermos como PJ, abrindo mão de todos os nossos direito trabalhistas.
Enquanto não houver uma lei dê um ponta pé inicial, as coisas nunca irão mudar.
É isso o que eu quero dizer.
85 Bruno // Apr 27, 2008 at 4:55 pm
@Marcio Urata
Blz, cara, vamos deixar os ataques pessoais de lado, eu tb peço desculpas, isto não ajuda em nada.
Eu entendo(não concordo) o que vc diz, um dia eu pensei assim também, mas hoje penso diferente — é a minha opnião e é algo que me ajuda a encarar o dia a dia e ter uma perspectiva melhor, independente do lugar ou da situação que eu esteja vivendo…
*** Um bom começo: Não acredito que essa regulamentação possa resolver absolutamente nada e muito menos que seja um “bom começo”. Acho que não dá pra se alinhar depois por que as premissas são falhas, não é o caso de validar se a “estrutura do prédio é sólida” — conseguimos trabalhar “sem faculdade” mas o buraco para nós e mais em baixo, a Ciência aqui não é tão exata assim, se fosse os PMP´s conseguiriam “paralelizar” fácil fácil o nosso trabalho, como se fosse algo braçal, mas não conseguem, aqui o papel de “pedreiro” exige que se pense bastante e se confunde/funde com o engenheiro, e a meu ver só se consegue evoluir de verdade aqui alternando seu trabalho entre “pedreiro” e “engenheiro”, não dá pra separar. Assim aquela frase +ou- assim “9 mães não conseguem gerar uma criança em 1 mês” é aplicável em vááários contextos do nosso dia a dia. Até a construção de páginas HTML requer técnicas que fazem diferença e são negligenciadas em vários portais: http://www.oreilly.com/catalog/9780596529307/ . Normalmente não delegam estas atividades ao pessoal de tecnologia…
*** Qualificação/Concorrência: “filtrar” pela formação, a meu ver, é algo injusto por várias razões e, principalmente, ineficiente — injusto e ineficiente diante do cenário que descrevi em POSTS acima.
Pelo que observo pessoas qualificadas estão em falta, e não por falta de educação formal.
Ás vezes querem(empresas) um “guru” nisso ou naquilo, mas aos que ainda não são a motivação já é um grande, talvez o PRINCIPAL diferencial, e pode ser considerado, na minha opnião, um elemento central do tipo de qualificação que precisamos para que às coisas se “organizem” e evoluam. E a nossa área do jeito que está é muito mais aberta para tipos motivados que às outras.
E não to falando daquela motivação vinda da empresa/gerente que, diga-se de passagem também é importante, mas to falando da motivação de cada um em fazer o melhor, independente das circunstâncias, e de, se for o caso buscar outro lugar para trabalhar ou quem sabe — depois de uma grande “revolta” rs seguida de planejamento — abrir uma empresa para fazer as coisas “direito” — não que seja fácil.
Ainda que alguém seja “meio atrapalhado” no começo, com motivação a barreira é quebrada e as pessoas prezam isto no ambiente de TI: esforço, mérito — em maior ou menor grau dentro do departamento ou da empresa, mas pra nós (TI) acontece com maior frequência.
Isto ocorre muito mais naturalmente do que em outras áreas eu acredito, só de conversar com outras pessoas de outras áreas. E vejo que diante de toda a sujeira existente por ai TI é uma das áreas mais “limpas” pelo espírito jovem e técnico que ainda prevalece. E quanto mais prevalecer melhor — não acho que devemos ignorar os negócios, muito pelo contrário, mas falo do nosso modo de pensar, agir e se relacionar.
Das “topeiras” que conheço o que vejo é falta de motivação. Nunca vi um cara motivado que não evoluísse rápido, ou pelo menos constantemente, na nossa área. Tá,
é normal alguém ter períodos de motivação outros nem tanto, pra não parecer que estou taxando cegamente de vagabundo, mas no final o que intessa no trabalho são os resultados — cada um que resolva seus problemas pessoais ;).
*** A topeira ao lado: acredito que para organizar alguma coisa os bons profissionais precisam se encontrar, por vontade própria, precisam buscar isto, por quem a regulamentação não vai garantir isto, e na maioria das vezes nem as empresas — existem meios para se organizar. Não dá para esperar que as empresas os coloque os bons profissonais lado a lado no layout do escritório por definição. Não adianta a gente ficar reclamando da “topeira ao lado”, temos que buscar os melhores caminhos por conta própria e “encontrar a nossa turma”.
*** CLT Vs. PJ: ok, ficar gerenciando uma empresinha fictícia enche o saco, mas eu tb acho que a CLT é muito protecionista e isto acaba atrapalhando o mercado, para nós e para as empresas também. Eu já estou ha 2 anos no meu emprego e estou tranquilo, tenho boas perspectivas, mas como a cultura é em torno de projetos acho importante poder avaliar outras oportunidades, não estar “tão preso” e sair com uma certa rapidez — cumprindo o tempo do contrato — se assim bem entender — seja por dinheiro, por realização pessoal ou melhor ainda os 2 ao mesmo tempo. Para a empresa também — cabe a cada um não virar “PUTA”…
E na real acho que algumas organizações se encomodam muito por que ainda não conseguem ter o controle dos profissionais de TI como se fossem ovelhinhas idênticas e obedientes pastando no seu campo, produzindo a mesma lanzinha com qualidade muito parecida e esperada e com custo FIXO e facilmente gerenciável — sem desafios. Quero ter o controle nas minhas mãos e ter cade vez mais ter vós como indivíduo/comunidade. E o que vai acontecer cada vez mais na sociedade como um todo e espero que continue assim para os profissionais de TI do Brasil.
Para não trabalhar com as topeiras, ter poder de negociação com o governo e com as grandes empresas precisamos nos esforçar, estudar, nos encontrar, gerar resultados e nos unir por vontade própria — independente de regras impostas. É assim que eu penso e acho que tem mais gente pensando assim, espero encontrá-los.
[]s
86 Rafael // Apr 27, 2008 at 11:14 pm
@Bruno
Você tem toda razão, eu fiz ciência da computação pra me formar como um CIENTISTA e saí de lá um meio-ANALISTA-meio-PROGRAMADOR-meio-MERDA-NENHUMA. E isso pq eu fiz a segunda ou terceira melhor faculdade da área aqui em brasília. O ponto é: o diploma não mostra que você sabe algo, ele mostra que você frequentou um curso e que terminou ele, é o mesmo que uma certificação mostra. Que você adquiriu informação suficiente para passar numa prova. Nenhum desses papéis garante um bom profissional, e quem vai filtrar é o mercado SEMPRE, com ou sem regulamentação.
87 Bruno // Apr 28, 2008 at 10:34 am
@Rafael
Só que na certificação — normalmente — a fonte de aprendizado/conhecimento é livre.
[]s
88 Saulo Brito // Apr 28, 2008 at 3:31 pm
Fala Kumpera,
Peguei o endereço do teu blog no FISL.
Não sei se já sabes dessa informação mas a Sociedade Brasileira de Computação também é contra este projeto de lei. A SBC pode ser um ótimo ponto concetrador de esforços.
SBC envia correspondência para Senado Federal
http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=1&content=news&id=6587
Regulamentação da Profissão
http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=107
89 William // May 2, 2008 at 11:56 am
Você pode operar um paciente?
não você nao tem o título de médico
Você pode pilotar um avião?
não você nao tem o título de piloto
Você pode sair apertando qualquer botão numa usina hidrelétrica?
não você nao tem o título de engenheiro eletricista
Você pode escrever um programa que calcula uma folha de pagamento, ou fazer um site institucional?
pode porque você tem conhecimento ou porque é formado em ciência da computação, sistemas de informação, processamento de dados, ou tem qualquer cursinho técnico.
Você pode escrever um programa que controle um reator químico, uma caldeira ou qualquer outro sistema de automação?
pode porque você tem conhecimento ou porque é formado em ciência da computação, sistemas de informação, processamento de dados, ou tem qualquer cursinho técnico.
Você assume os riscos?
Lê-se : uma cidade sair do mapa, 300 pessoas mortas com uma explosão…
Vocês acham que uma profissão é regulamentada só pra estipular um piso salarial?
Vai cobrar o que de quem de um cara que assina por um sistema e que nem profissão reconhecida tem?
Você se responsabiliza pelos seus códigos?
Eu trabalho na área e sei do que estou falando, e sou formado em ciência da computação;
90 marco_piracicaba // May 3, 2008 at 8:26 am
Caro Willian.
Com relação ao médico e ao piloto citados por você, recomendo a leitura do artigo:
http://www.dicas-l.com.br/linha_de_data/linha_de_data_20080403.php
Posso afirmar que será uma leitura interessante.
Trabalho com eletrônica e automação industrial desde 1975.
Fui instrutor do laboratório de eletrônica para um curso de Ciência da Computação por 18 anos, fui também aluno deste mesmo curso, orientador de vários projetos de formatura e posso afirmar que este mesmo curso não delega ao bacharel, rsponsabilidades sobre controle de um reator químico, uma caldeira ou qualquer outro sistema de automação?
Mesmo que a profissão seja regulamentada, quais os riscos que este profissional está preparado para assumir?
Você conhece um reator químico?
Você conhece uma caldeira?
Qual é o sistema de automação que você conhece?
Tem noção do que é risco?
Esta responsabilidade sempre foi e será do RT (responsável técnico) registrado no CREA (técnico, tecnólogo ou engenheiro).
Se alguém lhe disse o contrário, sinto informar que foi enganado.
O mesmo serve para aqueles que insistem em dizer que profisisonais de TI são responsáveis por códigos de aeronaves.
http://info.abril.com.br/edicoes/227/arquivos/4902_1.shl
Desculpe se coloquei formiga no seu doce, mas, voce deve rever seus conceitos.
É muito comum ouvir a sua frase final:
“Eu trabalho na área e sei do que estou falando, e sou formado em ciência da computação”.
Geralmente são os primeiros a negarem os fatos, quando percebem que estavam totalmente enganados.
É o que vejo há muito tempo na área tecnológica.
91 Blog do Fred » Regulamentação da Informatica // May 4, 2008 at 7:58 pm
[...] http://www.kumpera.net/blog/index.php/2008/04/16/vamos-todos-impedir-a-regulamentacao-da-profissao-d... [...]
92 Bruno // May 5, 2008 at 8:04 am
@marco_piracicaba, Willian
O meu trecho preferido:
“O pior equívoco cometido pela maioria dos comentaristas é confundir regulamentação com regulação. Permito-me dizer que a maioria, senão a totalidade daqueles que são contra a regulamentação, não são contra a regulação pois estes inclusive já vivem sob ela. Entretanto aqueles que são a favor da regulamentação, na esmagadora maioria dos casos não sabem qual a sutil diferença entre os dois adjetivos no contexto em que se aplica.” O primeiro, a regulamentação, visa não a profissão mas sim criar regras que muitas vezes são anacrônicas para o profissional. Já regular é aquilo que vemos no cotidiano da informática: uma modelagem de dados seguindo padrões pré-estabelecidos, um protocolo que possui regras para seus pacotes trafegarem em uma rede, a tipagem de uma linguagem e assim por diante. Isso regula o que fazemos no dia-a-dia e regulamentar não irá regular a profissão pois tal qual um piloto, o profissional não precisa de um órgão atrelado a um governo para dizer o que ele deve ser. O governo (será que ele?) deveria somente regular a informática em conjunto com outros órgãos mundiais e não enfiar sua colher suja no angú dos outros.”
[]s
93 Diego Vilar // May 5, 2008 at 8:11 am
Muita gente aqui nao ta entendendo o porquê o protesto: Nao somos contra uma regulamentacao, somos sim contra a regulamentação nos moldes que ESSE projeto propõe.. Àqueles formados (ei, eu sou formado em SI tb, ok?) que estao apenas felizes pq terão suas profissões reconhcidas e não se dão o mínimo trabalho de ler o projeto em questão, façam-no. Observem as amarras que tal projeto, obviamente formulado sem qualquer consula à classe em questão, fruto possivelmente de aspiracoes políticas apenas, trará ao mercado de TI do Brasil.
Eu quero uma regulamentação. Mas eu quero uma regulamentação que traga benefícios a mim e ao país, não “isso”.
Leiam o projeto.. sejam críticos… não pensem apenas “oba, vou ter um melhor salário e a concorrência vai cair”..
94 Deny // May 8, 2008 at 9:47 am
Srs. só por comentário sobre algumas analogias usadas nos posts, não me lembro dos Egípcios, Incas e Maias terem diploma, e o Coliseu em Roma o Cara que fez o projeto que faculdade ele deve ter feito???
Respeito quem tem diploma, vou me formar o ano que vem, estou na área desde 98, agora Faculdade hoje é piada!
Prefiro ler um Livro da O’reilly é mais profícuo.
[]’s
95 Tiago // May 8, 2008 at 8:09 pm
Este projeto esquece-se de uma realidade comum no nosso mercado: O de profissionais que não se formaram específicamente na área de TI. O próprio Bill Gates abandonou a faculdade de DIREITO na metade, para fundar a Microsoft. Fora ele, temos muitos físicos, matemáticos, engenheiros, etc. que ao longo da história contribuiram muito para o desenvolvimento da tecnologia.
Não quero me alongar muito, mas quero dar mais um exemplo que ilustra bem esta situação:
Imagine que você é um dono de empresa e necessita de um software na área financeira por exemplo.
Você contata duas software-houses e ambas mandam um analista para fazer o levantamento de requisitos.
Um deles é formado em ciência da computação, o outro é formado em Adm. Empresas com MBA em Finanças. Pergunto: Qual dos dois terá melhor embasamento para identificar corretamente as reais necessidades da sua empresa e consiguir projetar um software que realmente lhe atenda, que seja simples de usar e facilmente customizável?
96 Bruno // May 9, 2008 at 2:32 pm
@Tiago
Uma boa graduação em Engenharia de Software seria uma boa base para este profissional, no entanto aqui no brasil só tem algumas pós-graduações, ou é apenas UMA matéria na grade dos cursos de tecnologia.
Hoje no mercado Auto-Regulado tanto o “Cientista da Computação” quanto o “Administrador” que não tem essa base em podem buscar o conhecimento em bons livros(ETC)e aplicá-los no trabalho.
*Quanto ao “Administrador” é importante que ele busque conhecer SOs, Redes, SOs distribuídos, algoritmos e estruturas de dados — não precisa se aprofundar na parte ciêntífica, a não se que tenha interesse.
No final os 2 podem concorrer no mercado para a vaga onde o graduado em engenharia de software, se considerarmos a formação, seria o cara ideal. Que seja contratado o melhor — melhor não é a palavra certa, mas o cara com o perfil mais conveniente para que o projeto tenha sucesso.
[ Guide to the Software Engineering Body of Knowledge]
- http://www.swebok.org/
- http://www.swebok.org/htmlformat.html
Eu respeito um bom Curso de Ciência da Computação, mas é importante não vê-lo como a “formação mais forte” para todas as situações.
[]s
97 Bruno // May 9, 2008 at 2:40 pm
@Thiago
Além disto, Domain-Driven-Design parte do princípio que nos como desenvolvedores só conheceremos bem o modelo de domínio no final do projeto. Assim é importante utilizar técnicas para isolar ao máximo código que resolve negócio de código de infra-estrutura. Essas técnicas nos permitem escrever código que suporte mudanças e evolução no início meio e fim do projeto. E não um código “spaghetti code nojento”, “POG” que ninguém consegue alterar, manter, evoluir. Acredito que este conhecimento seja mais válido, do ponto de vista técnico, do que ser um programador especialista no domínio de negócio em questão.
http://www.domaindrivendesign.org/
http://www.domaindrivendesign.org/books/index.html
[]s
98 Pascal // May 19, 2008 at 2:47 am
Acredito que um individuo que esta a mais de 5 ou 10 anos na área de TI e ainda não procurou fazer uma graduação no ramo em que trabalha. Deveria no mínimo ficar calado e não fazer comentários sobre este projeto.
99 Pascal // May 19, 2008 at 3:05 am
Tiago seu eu fosse cliente ficaria desconfiado. Estou passando informações para um fracasado no curso em que optou, e depois ainda entrou pela janela para um outro ramo, ou talvez pergunta-se para que diabos ele ainda foi fazer MBA em Finanças se como graduada em Administração de Empresas já não tinha dado certo.
100 Bruno // May 19, 2008 at 9:09 am
Pascal disse
“Acredito que um individuo que esta a mais de 5 ou 10 anos na área de TI e ainda não procurou fazer uma graduação no ramo em que trabalha. Deveria no mínimo ficar calado e não fazer comentários sobre este projeto.”
Acredito que um indivíduo só tem um comentário que não acrescenta em nada deveria no mínino ficar calado. É o tipo de preconceito que só leva ao atraso. Outros diriam o seguinte:
“Acredito que um individuo que esta a mais de 5 ou 10 anos na área de TI e embora tenha cursado graduação no ramo em que trabalha e ainda não leu os livros X,Y e Z não tem base conceitual em W e não tem prática em C, deveria no mínimo ficar calado e não fazer comentários sobre este projeto, pois este, enquanto se mantém em estado de inercia, é o verdadeiro fracassado.”
Não é justo? E principalmente efetivo para a sociedade, para a economia, etc… Porque é tão difícil valorizar conhecimento antes do papel para algumas pessoas? O objetivo final não é o conhecimento? Por que restringir os meios?
[]s
101 Marcio Leandro // May 19, 2008 at 4:15 pm
Não faz o menor sentido. O presidente deve estar nervoso porque andam falando q ele nunca leu um livro. Deixa eu perguntar, pra ser deputado, precisa ter diploma ?
102 Evandro Meneses // May 19, 2008 at 5:16 pm
Bom, quem é contra essa lei deve ser um picareta que nunca fez nenhum tipo de curso e que denigre a imagem dos Analistas de Sistemas.
Os Advogados tem o OAB, Engenheiros tem o CREA, e os profissionais de informática sempre ficaram ao Deus dará…
Se vocês tem medo de ficar para trás por conta da regularização, problema de vocês!
Profissionais de Informática devem se unir e apoiar essa iniciativa!
Picaretas devem realmente ficar com medo, pois muitos irão perder seus empregos e muitos irão à falência…
Infelizmente…
EU APOIO ESSA INICIATIVA!
103 Evandro Meneses // May 19, 2008 at 5:26 pm
Marcio Leandro, você tá com medinho doq!?
Bruno, você trabalha há 10 anos na área sem graduação? Sua mamata está acabando! Ninguém vai roubar meu emprego! Não que eu esteja desempregrado… é modo de falar…
Imagina a cena… Você necessita deum Advogado… Dai aparece dois figuras na sua frente,,,
Um diz: “Eu sou advogado há 10 anos! Tenho muita experiência nesse ramo… Só tem um probleminha, eu não tenho OAB…”
E o outro diz: “Bom, eu sou formado pela faculdade X tenho OAB há 5 anos e já atuei em muitos casos semelhantes à esse…”
Quem você escolheria para ser o seu Advogado!?
O sem OAB!?
Sinceramente…
Agora vamos mudar a cena…
Você tem uma empresa e deseja informatizá-la…
Chega um cara para você e diz:
“Bom, eu trabalho na área há 10 anos! Já desenvolvi grandes projetos…”
Você então pergunta: “Você fez pós ou MBA onde?”
“Ah! Estudar isso pra quê?”
Você contrataria?
Ou você preferiria esse outro:
“Eu trabalho na área há 10 anos… Tirei meu CCT há pouco mais de 1 ano e meio… Já trabalhei em grandes projetos…”
Nem precisa falar mais nada não é mesmo!?
Isisto: Somente os PICARETAS estão com medo da regularização…
104 Bruno // May 20, 2008 at 1:45 pm
@Evandro Meneses
Desisti de Ciência da Computação, não me arrependo nem um pouco, pois meu foco é um pouco diferente, no entanto escrevo texto (e código) bem estruturado, ao contrário do seu.
Além disto antes de comentar um POST eu leio os comentários anteriores desde o início para entender o que se passa. Procuro expor minhas idéias de maneira lógica e organizada.
Você aparentemente, considerando como escreve e os argumentos utilizados, é o produto indesejado das faculdades “fast-food” que temos por ai. Ainda que tenha passado por uma “renomada”, percebe-se que não aproveitou muito os anos de imersão coletiva nos estudos.
[]s
105 marco_piracicaba // May 21, 2008 at 1:52 am
Evandro Meneses em May 19th, 2008 at 5:16 pm
Bom, quem é contra essa lei deve ser um picareta que nunca fez nenhum tipo de curso e que denigre a imagem dos Analistas de Sistemas.
Picaretas devem realmente ficar com medo, pois muitos irão perder seus empregos e muitos irão à falência…
Evandro Meneses em May 19th, 2008 at 5:26 pm
Isisto: Somente os PICARETAS estão com medo da regularização…
Caro Evandro.
Creio que não tenha lido o tópico desde o inicio por isso não está entendendo a seriedade dos fatos.
Acredito que você saiba que esta regulamentação não existe em nehum outro pais desenvolvido.
Acredito também que você saiba que hoje existem muito mais “vagas para profissionais de TI” do que “bons profissionais de TI”. Mesmo estando as escolas formando profissionais como pãezinhos na padaria da esquina.
Saiba que estes profissionais “formados e incapacitados”, que hoje não são dignos de preencher qualquer vaga, serão os únicos habilitados a fazê-lo.
O resultado já pode até ser previsto sem nenhuma bola de cristal.
Acredito que você já tenha ouvido falar em globalização e saiba seu significado.
Voltando ao cenário da globalização aliada a internet, nada impede que os empresários busquem soluções em outros países sem ferir a lei da regulamentação.
Se hoje você desdenha quem é contra esta burrice, tenha certeza que será uma futura vítima desta ignorância.
China e Índia são hoje, paraísos de desenvolvimentos tecnológicos, com custos muitos inferiores aos nossos.
O que impediria um empresário da área química, requerer um sistema completo da Índia, já que necessitará contratar um profissional de TI para desenvolvê-lo junto com seu profissional químico, nesmo este último tendo conhecimentos suficientes para tal?
Tenha certeza que o sistema indiano sairá muito mais em conta.
Isto já é realidade no mundo todo. Sistemas corporativos são desenvolvidos em diversas partes do mundo e seu suporte técnico é contemplado via internet.
Será uma questão de tempo para que outros empresários percebam o lucro que terão dispensando parte da sua equipe de TI. Talvez toda ela.
Leia estes documentos, caso não tenha lido anteriormente:
http://www.dicas-l.com.br/linha_de_data/linha_de_data_20080403.php
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042008/09042008-17.shl
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/082007/16082006-18.shl
http://veja.abril.com.br/190400/p_060.html
Tenham a mente aberta para muitas outras informações. O universo é muito mais que programação e análise de dados.
“Principalmente os formados”.
Mostrem que têm visão além deste horizonte obscuro.
Lembrem-se que o Brasil é craque em lançar moda inapropriada.
106 Rafael // May 22, 2008 at 1:29 am
Com certeza qualquer pessoa pode aprender a programar, e programar bem, assim como qualquer pessoa pode aprender a suturar a pele de alguem.
Acho até que antes de regulamentarem a profissão de médico existiam os curandeiros, e eles só não devem ter criado blogs e comunidades contra a regulamentação por que isso nao existia!
Acho sim que a profissão deve ser regulamentada para que se coloquem regras nessa área que é uma verdadeira zona. E acho que ninguem vai perder emprego não… só nao vai poder ter cargos especificos de quem estudou e tem diploma!
Os analistas e as empresas sempre vao precisar de PROGRAMADORES.
Acredito também que você saiba que hoje existem muito mais “vagas para profissionais de TI” do que “bons profissionais de TI”. Mesmo estando as escolas formando profissionais como pãezinhos na padaria da esquina.
CITANDO:
“Saiba que estes profissionais “formados e incapacitados”, que hoje não são dignos de preencher qualquer vaga, serão os únicos habilitados a fazê-lo.”
Esses incapacitados não tem vagas por que existem muitos PROGRAMADORES de 16 anos que cobram muito menos pra fazer a mesma coisa. Conheco muitos que sairam da Universidade para um concurso publico, ou montaram uma empresa de cursos de informatica para não ficar batendo cabeça contra os PROGRAMADORES.
As Universidades podem até formar pessoas despreparedas para o mercado, mas elas com certeza tem mais bagagem do que um garoto de aprendeu a programar na internet entre uma punheta e outra.
Acho que é isso!
107 Fernando // May 22, 2008 at 2:12 pm
Que tolice…
Vocês (não todos os programadores, pois creio eu que devem ter mais bom-senso que vocês que fizeram essa ‘campanha’) não tem mais o que fazer, não? Como, digamos… Programar?
Que palhaçada… Vão estudar mais…
108 Brivaldo Jr // May 23, 2008 at 5:48 am
É…
Eu tinha uma opinião equivocada… comecei pensando que a Lei seria interessante pois ajudaria a regular.. e a filtrar os bons profissionais, que se dedicaram numa boa Universidade daqueles fabricados nos “fast-foods”. Lendo os posts.. lembrei que os bons acabaram é se sujando com os mals profissionais.. porcamente preparados e isso não vai ajudar em nada, apenas piorar o caos já instalado.
Ser reconhecido é importante, mas existem diversas formas disso acontecer, certificações, aprendizado… sou formado em CC e minha área de atuação em SL não veio em quase nada da Universidade, mas das horas a fio gastas estudando.
Agora, depois da Lei de regulamentação da profissão, vamos ter também a Lei de regulamentação da área de atuação? Um profissional de Processamento de Dados não pode nem sonhar em escrever linhas de código em Assembly? O que define que eu vou poder atuar desenvolvendo um patch para o kernel do Linux que controlará em tempo real todas as entradas e saídas de um aeroporto? A Lei não diz que eu tenho capacidade para tal.. apenas que tenho um canudo.. e ter canudo hoje está tão fácil quanto comprar carteira de motorista.
OPS, engano meu.. comprar carteira de motorista está até difícil… agora analfabeto que passa em Universidade.. humm, imagina que profissional competente vai sair, tomando a vaga daqueles heróicos que gastaram muitas vezes, muito mais tempo que aqueles nossos amigos “inúteis” que ficam no bar bebendo e vão ser equiparados a nós?
Já diria nosso amigo Linus: “Show me the code”, falar que tem um diploma é fácil.. me mostre competência.
109 armando pinto // May 23, 2008 at 9:49 am
vai estudar vagabundo. se você é contra a regulamentação, forme-se em um curso de análise de sistemas e seja a favor! deixe de ser idiota achando que um analista de sistemas é um mero programador. codificação é apenas uma das áreas de análise de sistemas, aliás, a mais pobre. portanto, pare de falar asneiras sobre um projeito de lei que é muito mais amplo do que esse seu protestozinho ridículo.
a nossa sorte, é que os políticos estão cagando e andando para gente como você hahahah falowwww
110 Raphael // May 23, 2008 at 10:07 am
Bom primeiramente sou a favor… não vou dar exemplos como CRM e OAB, pois já falaram muito sobre isso e sei que ninguém aqui iria num fundo de quintal, fazer uma operação com uma pessoa que não tenha CRM. bom o CRM e OAB entre outros, não ENGESSAM os Médicos e os Advogados assim como as outras profissões com seu órgãos. Elas apenas vigiam e Habilitam.. vcs que falam tanto de mundo open source..estão esquecendo que vcs também tem suas Certificações como LP| LP||, CCNA entre tantas… o Mundo MS tem as suas tb.. e pq nunguém reclama… isso tb não é visto na hora de “arranjar” um emprego??
Vejo isso como apenas um jeito de mostrar, que as pessoas que estudaram e sabem aplicar um tipo ferramenta.
isso seria o mesmo para o Analista.. ou vcs querem passar a vida programando?
vcs que criticam e/ou vcs que programam via Apostilando e fóruns, me digam se sabem o Papel de Analista dentro de uma empresa? seja ela uma SoftHouse ou Não??
Tenho certeza que não é programar
111 Messias // May 23, 2008 at 1:49 pm
Então pelo que vejo, fora a discussão toda sobre a regulamentação.
Quem está se formando como Bacharel em Sistemas de Informação fica de fora de todo esse grupo de análise de sistemas?
Porque nossa formação é composta de Computação e Administração e pelo visto vamos ficar de fora dessa regulamentação.
112 Raphael // May 24, 2008 at 8:44 am
Caro Messias pelo contrario… vc tendo formação em sistema da informação, não fica de fora.. afinal vc apredeu exatamente o que um Analista faz… que planejar, coordenar, e montar a estrutura do sistema. agora quem desenvolve são os programadores.., lembre-se que quem desenha a planta do Prédio é o Engenheiro, mas que constrói são os Operários…
113 Bruno // May 25, 2008 at 2:36 am
Armando Pinto disse:
“vai estudar vagabundo. se você é contra a regulamentação, forme-se em um curso de análise de sistemas e seja a favor! deixe de ser idiota achando que um analista de sistemas é um mero programador. codificação é apenas uma das áreas de análise de sistemas, aliás, a mais pobre.”
Raphael disse:
“Vejo isso como apenas um jeito de mostrar, que as pessoas que estudaram e sabem aplicar um tipo ferramenta.
isso seria o mesmo para o Analista.. ou vcs querem passar a vida programando? ”
Olha só o tipo de profissionais que a lei vai “proteger”. Para eles programar é um fardo RsRsRs! Impressionante…
Ah, e no caso das certificações, é importante lembrar que a fonte de conhecimento é livre.
[]s
114 marco_piracicaba // May 25, 2008 at 1:24 pm
http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/jornalPDF/ju392pag02.pdf
115 marco_piracicaba // May 25, 2008 at 2:07 pm
Um outro fato interessante:
Quem daqui, quando adquire um aplicativo na internet, questiona se o desenvolvedor tem ou não diploma?
Quem questiona a nacionalidade do desenvolvedor?
Como saber se o mesmo é ou não brasileiro?
Após a regulamentação (se vingar), muitos “não diplomados” continuarão a desenvolver livremente seus aplicativos, venderão através de sites internacionais e como hoje, oferecerão suporte técnico via internet.
116 marco_piracicaba // May 25, 2008 at 2:15 pm
http://pls607.wordpress.com/ em Maio 7, 2008
Grandes nomes da Computação – que não eram formados em Computação
Para refrescar a memória de algumas pessoas que acham que apenas os formados em Ciência da Computação e Análise de Sistemas teriam direito a trabalhar com Computação:
* Brian Kernighan – Um dos criadores da linguagem C, da linguagem AWK, e de vários utilitários do Unix original. Formado em Engenharia Física. Doutorado em Engenharia Elétrica.
* Dennis Ritchie – Um dos criadores da linguagem C e do Unix, e grande contribuidor do Plan9. Formado em Física e em Matemática Aplicada.
* Donald Knuth – Pai da análise de algoritmos. Criador do TeX, grande escritor e professor de Ciência da Computação. Formado em Bacharelado em Ciências. Doutorado em Matemática.
* Andrew S. Tanenbaum – Criador do MINIX, grande escritor e professor de Ciência da Computação. Formado em Física. Doutorado em Física.
* John von Neumann – Pioneiro da computação. Formado em Engenharia Química. Doutorado em Matemática, Física Experimental e Química.
* John Backus – Criador da linguagem FORTRAN, e um dos desenvolvedores do padrão da linguagem ALGOL. Curso superior incompleto em Química. Teve treinamento em Medicina pelo exército. Mestrado em Matemática.
117 Raphael // May 26, 2008 at 10:01 am
Bruno Disse:
“Olha só o tipo de profissionais que a lei vai “proteger”. Para eles programar é um fardo RsRsRs! Impressionante…
Ah, e no caso das certificações, é importante lembrar que a fonte de conhecimento é livre.”
marco_piracicaba disse:
“Um outro fato interessante:
Quem daqui, quando adquire um aplicativo na internet, questiona se o desenvolvedor tem ou não diploma?
Quem questiona a nacionalidade do desenvolvedor?
Como saber se o mesmo é ou não brasileiro?
Após a regulamentação (se vingar), muitos “não diplomados” continuarão a desenvolver livremente seus aplicativos, venderão através de sites internacionais e como hoje, oferecerão suporte técnico via internet.”
Bom Bruno… só to mostrando que vc assim como mt gente que está criticando esse projeto, não entendeu ou não entende a diferença entre um programador e um analista de Sistemas…
Marco…
vc vai continuar adquirindo seus programas desenvolvidos por pessoas de qualquer parte do mundo, com qualquer Idade…a lei não fala de Programador mas sim de ANALISTA de SISTEMAS que são duas profissões diferentes…
118 Bruno // May 26, 2008 at 12:19 pm
@Raphael
Acho que o caminho não é este. Essa história de “Analista de Sistemas != Programador” não é bem assim como vc escreveu: “um planeja o outro executa”. Bem, dependendo da cultura da empresa ainda é, mas vejo como algo atrasado.
Não sei o que vc interpretou, mas que fique claro que não “sou contra” estudar tópicos Análise de Sistemas :), muito pelo contrário.
De uma lida aqui:
[Quando eu crescer quero ser Analista de Sistemas]
http://blog.fragmental.com.br/2008/01/15/quando-eu-crescer-quero-ser-analista-de-sistemas/
Procure entender o propósito de DDD (Domain Driven Design) também. Acho que DDD pode ser considerado um tópico de Análise de Sistemas.
[]s
119 Raphael // May 26, 2008 at 3:57 pm
Bruno Li o blog e não mudo minha opinião… não vejo Analista de Negócios como ele fala e sim ainda vejo um Analista de Sistemas… esse responsável pela criação do Sistema, ferramenta usada entre outras coisas… SIM ainda existe um Analista de Sistemas…digo isso pelo meu “Mundo” de trabalho… onde trabalho para uma equipe que tem tanto um Analista de Negócios e Um analista de Sistemas… um analista de Negócios (como fala o Blog) tem uma outra formação.. já o de Sistemas sabe como funciona uma maquina em bits e bytes, processadores, etc… coisas que um Analista de Negócios não consegue captar. Cara eu vejo assim, não significa que eu esteja correto e não escute a opinião de quem não pensa…
pra mim a Carreira de programador é uma etapa para um bom Analista.. porem o cara não fica nisso para sempre, tem coisas que na faculdade vc acaba sendo obrigado a conhecer que talvez não conhecesse só programando(isso vai de cada um)
120 Bruno // May 27, 2008 at 1:25 am
@Raphael
Cara, não duvido que vc seja um cara efetivo no contexto da empresa em que trabalha, mas acho importante sempre desenvolver uma visão crítica sobre o ambiente, por que estes são sempre um “subset” do ideal, uns mais próximos outros mais distantes, sempre vão manipular a dinâmica do ambiente considerando uma série de limitações e objetivos, assim as coisas nem sempre são cristalinas e só enxerga quem força a vista.
Segundo esta linha prefiro manter o “meu mundo” num plano mais elevado, que me de uma visão da “big picture” para relevar quando algumas chateações provenientes de ambiente de trabalho — principalmente quando for um ambiente anacrônico — surgirem.
Desse modo é mais fácil manter-se atualizado, empolgado e mais efetivo ao aplicar metodologias e tecnologias diferentes/novas ou simplesmente fazer as “coisas tradicionais” direito pq alunos de faculdades “fast-food” normalmente não dão conta — tirando os que estudam “POR FORA”.
121 marco_piracicaba // May 27, 2008 at 2:04 am
Raphael em May 26th, 2008 at 10:01 am diz:
http://www.kumpera.net/blog/index.php/2008/04/16/vamos-todos-impedir-a-regulamentacao-da-profissao-de-analista-de-
sistema/#comment-53819
Marco…
vc vai continuar adquirindo seus programas desenvolvidos por pessoas de qualquer parte do mundo, com qualquer Idade…a lei não
fala de Programador mas sim de ANALISTA de SISTEMAS que são duas profissões diferentes…
__________________________________________________
marco_piracicaba diz:
Raphael.
O que você disse sobre a continuidade da aquisição é inevitável. Um caminho sem volta.
Quanto o que diz a lei, creio que não a leu por inteiro, pois não é apenas para Analistas de Sistemas:
…regulamentação do exercício da profissão de Analista de Sistemas e “suas correlatas”…
…Art. 1º É livre, em todo o território nacional, o exercício das atividades de análise de sistemas e “demais atividades”
relacionadas com a Informática…
…Art. 3° Poderão exercer a profissão de Técnico de Informática:
I – os portadores de diploma de ensino médio ou equivalente, de Curso Técnico de Informática ou de “Programação de
Computadores”…
II – os que, na data de entrada em vigor desta Lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período de, no mínimo quatro
anos, a função de Técnico de Informática e que requeiram o respectivo registro aos Conselhos Regionais de Informática…
…Art. 4º As atividades e atribuições dos profissionais de que trata esta Lei consistem em:
…
IV – elaboração e codificação de programas…
…Art. 5° Ao responsável por plano, projeto, sistema ou “programa” é assegurado o direito de acompanhar a sua execução e
implantação, para garantir a sua realização conforme as condições, especificações e detalhes técnicos estabelecidos…
…Art. 25. Aos estudantes dos cursos e escolas de nível superior de Análise de Sistemas, Ciência da Computação,
Processamento de Dados, ou de Técnico de Informática de nível médio, será concedido registro temporário para a realização de
estágio de formação profissional…
Segue abaixo link para o Texto integral de Proposições:
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/getHTML.asp?t=11569
_________________________________________________
Rafael em May 22nd, 2008 at 1:29 am diz:
http://www.kumpera.net/blog/index.php/2008/04/16/vamos-todos-impedir-a-regulamentacao-da-profissao-de-analista-de-
sistema/#comment-53496
“Esses incapacitados não tem vagas por que existem muitos PROGRAMADORES de 16 anos que cobram muito menos pra fazer a mesma
coisa…”
marco_piracicaba diz:
Não sei qual a sua idade. Tenho 33 anos de experiência na área de eletrônica, automação industrial e sistemas de informação.
Sou da época em que éramos obrigados a desenvolver programadores de EPROM (para desenvolvimento de firmwares) com chaves por
falta de recursos materiais e financeiros.
Trabalhei 18 anos como instrutor de laboratório de eletrônica de um curso de Ciência da Computação e atualmente trabalho
também com treinamentos industriais.
Tenho contato com diversos profissionais da área de TI em diversas empresas que você possa imaginar e, digo, sem nenhuma
margem de erro que, sua afirmação acima nem passa perto da realidade atual.
Existem hoje, muitas vagas esperando o profissional certo e, infelizmente este não aparece.
Os bons profissionais são disputados “à tapas”, nos portões das universidades,colégios…
Existe também uma grande procura por profissionais com boas certificações, independetemente da sua formação acadêmica.
Eu pessoalmente conheço dezenas de ótimos profissionais “certificados” que nunca assistiram uma aula sequer de programação.
Alguns ocupam cargos gerenciais de empresas de porte. Inclusive como Analistas de Sistemas como é o seu caso.
________________________________________________
Rafael em May 22nd, 2008 at 1:29 am diz:
http://www.kumpera.net/blog/index.php/2008/04/16/vamos-todos-impedir-a-regulamentacao-da-profissao-de-analista-de-
sistema/#comment-53496
As Universidades podem até formar pessoas despreparedas para o mercado, mas elas com certeza tem mais bagagem do que um
garoto de aprendeu a programar na internet entre uma punheta e outra.
marco_piracicaba diz:
Como disse acima, sou do meio acadêmico e não concordo com o que diz.
Não sei qual sua “função” mas, do meu ponto de vista, falta-lhe um pouco de visão real dos fatos.
Você precisa conhecer um pouco o mundo real.
___________________________________________________
marco_piracicaba diz:
Desculpe a franqueza mas, percebo que existe um certo “complexo de superioridade” quando compara a sua profissão com a do
programador:
Veja:
“vcs que criticam e/ou vcs que programam via Apostilando e fóruns, me digam se sabem o Papel de Analista dentro de uma
empresa? seja ela uma SoftHouse ou Não??
Tenho certeza que não é programar”
“Os analistas e as empresas sempre vao precisar de PROGRAMADORES.”
“isso seria o mesmo para o Analista.. ou vcs querem passar a vida programando?”
“vc apredeu exatamente o que um Analista faz… que planejar, coordenar, e montar a estrutura do sistema. agora quem desenvolve
são os programadores..,”
“Bom Bruno… só to mostrando que vc assim como mt gente que está criticando esse projeto, não entendeu ou não entende a
diferença entre um programador e um analista de Sistemas…”
____________________________________________________________________
Rafael diz:
“Com certeza qualquer pessoa pode aprender a programar, e programar bem…”
“pra mim a Carreira de programador é uma etapa para um bom Analista.. porem o cara não fica nisso para sempre, tem coisas que
na faculdade vc acaba sendo obrigado a conhecer que talvez não conhecesse só programando(isso vai de cada um)”
marco_piracicaba diz:
Vamos analisar estas duas ponderações suas:
Quer dizer que qualquer pessoa pode ser um bom Analista de Sistemas. Basta saber programar bem.
_____________________________________________________________________
Raphael em May 26th, 2008 at 3:57 pm diz:
já o de Sistemas sabe como funciona uma maquina em bits e bytes, processadores, etc… coisas que um Analista de Negócios não
consegue captar.
marco_piracicaba diz:
Tenho absoluta certeza que este conhecimento acima seja de grande importância na sua função.
Pode me dizer qual a relevância do conhecimento da microarquitetura para um Analista de Sistemas e a não importância para o
Analista de Negócios?
De preferência, com embasamentos técnicos.
Espero que a resposta não seja “cultura inútil”.
_______________________________________________________________________
Rafael em April 27th, 2008 at 11:14 pm diz:
eu fiz ciência da computação pra me formar como um CIENTISTA e saí de lá um meio-ANALISTA-meio-PROGRAMADOR-meio-MERDA-
NENHUMA.
O ponto é: o diploma não mostra que você sabe algo, ele mostra que você frequentou um curso e que terminou ele, é o mesmo que
uma certificação mostra.
Que você adquiriu informação suficiente para passar numa prova.
marco_piracicaba diz:
É desta forma que você se classifica como bom profissional?
Como eu disse acima, o mercado está saturado de profissionais de TI formados, mas, a maioria não preenche os requisitos
mínimos para preenchimento de vagas (que não são poucas) e esta sua ponderação acima retrata a realidade nua e crua dos
fatos.
______________________________________________________________________
Rafael em April 25th, 2008 at 2:55 pm diz:
Uma pergunta: Se o mercado se auto-regula hoje englobando todos os níveis de graduação. O que impede o mercado de se auto-
regular, mas privilegiando mais quem é formado e bom?
marco_piracicaba diz:
Vou aproveitar esta sua pergunta e fazer outra:
Se nos países desenvolvidos não existe a necessidade de apresentação de diplomas, por que no Brasil as coisas têm que
diferentes?
Creio que você não leu o artigo por mim indicado acima.
Leia antes de responder:
http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/jornalPDF/ju392pag02.pdf
Leia também o “Projeto de Lei” (que não é somente para Analistas de Sistemas) na íntegra, a fim de você se inteirar com o mesmo.
Lembre-se: “Existe um mundo bem maior “lá” fora, além deste chamado mundo dos “Analistas de Sistemas”.
Abraço.
122 Sergio Figueras // May 29, 2008 at 3:40 pm
Sou a favor da regulamentação, mas desde que não seja por diplominha de merda como a maioria dos analistas hoje tem, porque são uns BOSTAS e sim que seja por certificação.
Uma espécie de um instituto de certificação brasileiro, que elaboraria provas para os cargos que a bpessoa desejaria ocupar.
Porra de diploma o caralho, um cara que conheço tá se formando e não sabe nem dar um laço for.
A maioria dos formandos hoje é um MERDA.
123 Bruno // May 29, 2008 at 6:21 pm
@Sergio Figueras
Acho a idéia boa, só não concordo com 1 detalhe: regulamentação. Acredito que deve ser REGULAÇÃO.
Além disto acho importante manter a fonte de estudos livre. Se houverem bons cursos estruturados para atender por que não fazer? Mas que seja uma opção.
Imagine exames rigorosos, feitos por alguma organização séria, talvez a SBC, para certificar:
- System Developer
- Enterprise Developer
- Enterprise Architect
- ETC,ETC,ETC
É só um rascunho, algo nessa linha me parece interessante.
Só que as certificações precisam ser generalistas e imparciais com algumas coisas… para não nos engessar…
Acho que ajudaria a “limpar” mercado sem intervenção do governo. Se as certificações forem associadas a profissionais efetivos vão começar a ser exigidas pelo mercado. Só vai passar quem merece — estudou. Assim nos livraríamos dos indesejáveis, formados ou não. O que importa é o conhecimento.
Certificações nessa linha podem ser úteis para garantir uma base mínima de conhecimento.
[]s
124 Bruno // May 29, 2008 at 6:24 pm
Ah, e se um “garotinho super dotado” de 17 anos por acaso passar em todas devemos aplaudi-lo.
[]s
125 marco_piracicaba // May 29, 2008 at 8:10 pm
Enquanto não é resolvido o impasse “regulamentação”,
Falta pessoal qualificado em TI, diz Assespro:
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/052008/28052008-6.shl
126 marco_piracicaba // May 29, 2008 at 8:26 pm
E para piorar,
Québec quer profissionais brasileiros de TI:
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/052008/29052008-14.shl
127 marco_piracicaba // May 29, 2008 at 8:52 pm
E a sucessão de de preocupações continua,
Brasil cai 6 posições em ranking de TI:
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042008/09042008-17.shl
128 marco_piracicaba // May 29, 2008 at 8:58 pm
E mais oportunidades lá fora para o nossos melhores,
Gates pede que EUA aceitem mais estrangeiros:
http://info.abril.com.br/aberto/infonews/032008/12032008-26.shl
129 Leandro // May 29, 2008 at 10:27 pm
Com raríssimas exceções (ainda bem), quase todos aqueles que são a favor desta regulamentação escrevem tão mal que chega a doer a barriga ;)
Não precisa ser nenhum gênio e nem ter diploma para perceber que muitos empurram com a barriga as suas vidinhas inúteis.
Insisto. O negócio mesmo é desenvolver o inglês, procurar trabalho fora do país e deixar esta latrina mal administrada para esta cambada e seus diplomas seriais.
Um grande abraço às pessoas esforçadas, inteligentes e de bom senso!
130 marco_piracicaba // May 30, 2008 at 10:56 pm
# Mauricio Nunes em April 23rd, 2008 at 12:49 am disse:
Passei 4 anos da minha vida estudando essas matérias, para depois perder uma vaga para um cara que aprendeu a programar lendo Deitel e Deitel, e use a cabeça.
marco_piracicaba diz:
Caro Mauricio Nunes.
Graças a existência destas fantásticas mentes que possuem o dom da autodidática, conhecemos este também fantástico mundo tecnológico.
Nem preciso dizer seus nomes, já que você passou 4 anos da sua vida estudando.
Infelizmente, neste mesmo mundo existem pessoas prepotentes a ponto de afirmarem ser melhores que “os caras que aprenderam a programar lendo Deitel e Deitel”.
Ponha na sua cabeça uma coisa:
Se a empresa é séria e se você perdeu sua vaga para este “autodidata”, tenha certeza que ele é melhor que você ou você sabe menos que ele.
Percebeu a redundância?
131 Mauricio // May 31, 2008 at 12:43 am
Caro Marco_piracicaba.
Que engraçado são as coisas, por um acaso resolvi entrar hoje aqui no blog e adivinha, acabei encontrando seu post.
Pelo que percebo, você não deve ser formado e com certeza deve ter todas as coleções do Deital e Deital, incluido alguns exemplares dos famasos livros cookbook.
Não duvido da capacidade de pessoas autodidatas, pelo contrário, até admiro.
Sobre as as mentes brilhantes supra citadas por você, com certeza existem muitas, mas nesse momento não me recordo, mesmo porque eu fui na faculdade para aprender CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÂO e não para estudar biografias.
Sobre o fato da perda de vaga, com certeza existem pessoas muito melhores do que eu, inclusive você pode ser uma delas.
Se estudei 4 anos foi para eu ser pago para pensar e resolver problemas da melhor forma possível, porem o que leu deital e deital é
pago para fazer.
EU RESOLVO PROBLEMAS NÃO CODIFICO PROBLEMAS.
Percebei a diferença !!
132 marco_piracicaba_ // Jun 1, 2008 at 9:30 pm
teste
133 Raphael // Jun 2, 2008 at 3:31 pm
marco_piracicaba diz:
Tenho absoluta certeza que este conhecimento acima seja de grande importância na sua função.
Pode me dizer qual a relevância do conhecimento da microarquitetura para um Analista de Sistemas e a não importância para o
Analista de Negócios?
De preferência, com embasamentos técnicos.
Espero que a resposta não seja “cultura inútil”.
Bom Responde..
O Analista de Negócios está atrás de clientes, e de saber como ele quer o programa, já o de Sistemas sabe como vai funcionar o Programa e poderá informar qual o tamanha em disco, CPU e Memória esse programa precisa para Rodar…
Ao Comprar um Software, vc já viu na embalagem algo como CONFIGURAÇÃO MÍNIMA, vc acha que isso é feito testando em varias configurações? ou calculando o que o sistema consome?
Pelo visto o Povo aqui é contra a Faculdade e não a Comissão
134 marco_piracicaba // Jun 2, 2008 at 5:55 pm
Solicito por gentileza ao administrador, verificar porque minhas mensagens não estão sendo publicadas.
Obrigado.
135 Anderson // Jun 4, 2008 at 8:48 am
Gostaria que deixasse mais claro o porquê de ser contra essa regulamentação.
136 Um bacharel em ciência da computação // Jun 4, 2008 at 9:36 am
Senhores,
Vocês estão imaginando coisas e estou aqui para esclarece-las.
Trabalho em um conselho de classes e sou formado em ciência da computação e por isto tenho toda o conhecimento para comentar a respeito.
Um conselho de classes não vai melhorar nossos salários como vários já comentaram pois o salário é regido única e exclusivamente pelo mercado, quem ganha pouco é por que realmente é incompetente. Imaginei antes de escolher minha formação que o mercado estava saturado, mas depois entendi que ele esta saturado de pessoas incompetentes, sejam eles formados ou não. Ou seja, quem é competente consegue emprego e bons salários.
A outra parte é que um conselho restringe em muito as ações dos seus profissionais, imagina que comparando ao conselho onde trabalho (não cito para não ter problemas pessoais) você que trabalha em análise e programação queira desenvolver um sistema de controle remoto de sistemas. O conselho irá exigir de você que conste no seu diploma ou em algum curso RECONHECIDO por uma faculdade que você cursou alguma cadeira que lhe dá possibilidade de fazer isto.
Mesmo para nós formados em um curso de 3º grau precisaremos ter um documento provando nossa competência, não adianta comprar um livro, baixar material da internet como fazemos e resolver nosso problema. Está bom para vocês???
É assim que funciona, se tiverem dúvidas estou aqui para esclarecer. Mas podem escrever ai que um conselho para informática não vai trazer benefício nenhum a nossas profissões.
Precisamos realmente ser contra esta regulamentação que se for flexível não tem sentido de existir e se for rígida vai atrapalhar e muito nossos trabalhos.
137 Gustavo // Jun 20, 2008 at 5:49 pm
Se for pra regulamentar, deveriam então regulamentar toda a área de informática, desde o nível técnico. Ex.: Para muitas empresas não importa se o funcionário fez um curso tecnico de 18 meses ou se fez um cursinho de 5~6 meses.
Deveriam “regulamentar” antes de tudo as escolas técnicas e faculdades espalhadas pelo Brasil.
138 Bruno // Jul 2, 2008 at 9:23 am
Só tá achando ruim quem não é da área.. agora vão ter que correr at´ras de um diploma pra continuar a trabalhar na área. Tem um bando de despreparados que nunca pisou numa faculdade de informática se achando programador, e acabam sujando o nome dos verdadeiros programadores. Combram barato (não tiveram anos de estudo, gastando suor e neuronios), fazem um trabalho porco e quem paga o pato foi quem fez faculdade que ou fica sem emprego, ou recebe um salário baixo por conta de idiotas como quem escreveu essa noticia acima!!
139 Gabriel // Jul 9, 2008 at 3:38 pm
A profissão tem que ser regulamentada mesma. Tem quer estabelecer piso salarial e tudo mais … Hj qq fala q mexe com informatica … Que digita texto fala que trabalha com isso. Isso enfraquesse a classe.
140 José // Jul 22, 2008 at 11:06 pm
Bem… como foi dito antes, pq você não vai procurar um médico sem diploma pra se operar? Melhor faz um protesto pra acabar com o conselho de medicina e as faculdades de medina, ou acabar com as faculdades do brasil. Por isso o Brasil não se desenvolve, pois esta cheia de pessoas com a mesma mentalidade da pessoa que fez esse texto!
141 Chicão // Jul 25, 2008 at 2:13 pm
Tá bom entao…
Que os médicos comecem a publicar tutoriais:
- “Como fazer um transplante de rim!”
- “Plastica de nariz em 30 minutos!”
Acho que assim eu tb vou poder trabalhar com medicina sem ao menos ter ido pra uma aula na faculdade!!!
142 Ruan // Jul 26, 2008 at 1:36 pm
@@
José // Jul 22, 2008 at 11:06 pm
@@
Concordo plenamente contigo, o cara lê um tutorial de PHP e já acha que é programador, da me licença. Se a nossa área é desvalorizada por muitos setores é por isso. Agora nós que fazemos 4 anos de graduação + 2 de especialização devemos pagar por isso? Acho bem ao contrário. Sou a favor da regularização, ué? Não era isso que todo mundo queria? Agora que vai sair querem acabar antes mesmo de começar? Brincadeira. Manda as suas plaquinhas velhas lá, só digo que de nada vai adiantar, no máximo vão vender como sucata e comprar um cafezinho.
143 wagner // Jul 28, 2008 at 3:31 pm
Tem titica de galinha na cabeça?????
Se quiser atuar na área, que faça um curso técnico, uma universidade, uma pós, um MBA….
Estou 100% de acordo com a regulamentação da área. Se você realmente gosta de atuar na área, faça um curso regulamentado, senão CAIA FORA, E NÃO OCUPE ESPAÇO DE QUEM GOSTA E ATUA NA ÁREA….
144 Francinaldo de Sousa // Jul 28, 2008 at 8:52 pm
Não vejo porque sermos contra a aprovação desta lei.
Pois o projeto contempla os com e os sem diploma a exigência é que se prove que está trabalhando como analista de sistemas a 5 anos e como técnico em informática a 4 anos.
Porque este celeuma todo!
Ocupemos nossas mentes com algo mais produtivo, veja enquanto participo deste debate estou deixando de aprender alguma coisa!
Que aprovem a lei, que moralizem a coisa, afinal Analista ou Técnico que compentente não tem nada a temer!
145 Hugo // Jul 29, 2008 at 10:35 am
Concordo. O que eu vejo acontecer muito aí, é que um monte de gente que se diz “auto-ditata” vive lendo uns artigos, tutoriais e blábláblá. Eles acham que sabem tudo da área (pq mesmo o que ele não souber ele procura algo no GOOGLE), mas na verdade têm preguiça ou não tem o mínimo interesse de cursar uma faculdade com a mentalidade de: “Pra que gastar 4 anos pra aprender uma coisa que eu sei ou posso aprender em menos tempo?”. Pois bem, se quiserem trabalhar na área agora vão ter que cursar a faculdade e passar por todas as etapas que todos passamos.
146 Felipe // Jul 30, 2008 at 10:56 pm
TEM QUE REGULAMENTAR SIM. CHEGA DESSE BANDO DE PROGRAMADORES AMADORES SUJANDO O NOME DA PROFISSÃO. RALEI 4 ANOS EM UMA FACULDADE DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO, PRA VIR UM CARA QUE NÃO TEM TÉCNICA ALGUMA E APENAS SABE ESCREVER MEIA DÚZIA DE IF’S CONSEGUIR ROUBAR EMPREGO DE QUEM REALMENTE MERECE.
CHEGA DESSE BANDO DE PROGRAMADOR DE ESQUINA TOMANDO O MERCADO. QUER PROGRAMAR? VAI SE CAPACITAR ANTES!!!
TA ACHANDO QUE PROGRAMAR É SAIR ESCREVENDO CÓDIGO E ACABOU?.. VAI ALÉM DISSO.. APOSTO QUE O AUTOR DO BLOG BÃO SABE NEM FAZER UM “DER” DE UMA SIMPLES CALCULADORA!!.. SE É QUE SABE O QUE “DER”
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
REGULAMENTAÇÃO JÁ!!
147 Bruno // Aug 6, 2008 at 3:58 pm
O Autor do Blog escreve código para o JIT da virtual machine do MonoProject. Está bom pra vc?. Vc sabe o que é isto?
148 Eduardo // Aug 7, 2008 at 6:58 pm
Regulamentação.
Pós – Em um dado momento talvez se faça necessário, tendo em vista, que na atualidade todo programador, analista de sistema, Administrador de Banco de dados, atualmente analista de negócio….. São funções extremamentes importantes no mundo dos negócios. Ai, eu pergunto, quantos profissionais que na hora de se aposentar tiveram problemas por falta da regulementação?. Garanto que vários. Quantos dos profissionais trabalham muito além das 08:00 horas diárias previstas em lei, para conseguir pôr em prática um projeto de tecnologia? Tudo isso e muito mais são fatores que através de uma regulamentação bem formulada pode surtir excelentes resultados.
Contras- A regulamentação nem sempre soluciona todas as questões, a principal delas parte da nomenclatura. Pow, se sua carteira hoje é assinada como analista de sistema e o teto minimo a ser pago for muito grande. Veremos que no futuro você não mais será um analista de sistemas e sim, como já está acontecendo um analista de negócio,ou seja, sempre se terá uma solução para desvalorizar a mão de obra de um profissional. Lembro-me que anos 90 um analista recebia algo em torno 6.000 até 7.000 por mês. E hoje 3.000,00 numa média, ou seja, vai chegar no final das contas, como em toda profissões, o profissional sempre saírá no prejuízo. Deveríamos sim, reinvidicar que nenhum dos analistas de sistemas pudessem receber valores menores que um administrador de empresas, tendo em vista, que seu trabalho nos dias atuais, é extremamente dependente do nosso. Disso ninguém fala!!!!!!
149 Eduardo // Aug 8, 2008 at 3:38 pm
Acho interessante essa discussão porque tivemos a mesma há mais de 20 anos, tanto no meu bacharelado quanto no mestrado em Ciência da Computação. Meus professores já eram, naquela época, totalmente avessos a regulamentações, ainda mais que, na época, quase não havia pessoas com essa formação no Brasil. O mérito deveria definir tudo, não o canudo. Isso na época em que praticamente somente havia Federal e Católica. Atualmente, com a quantidade de faculdades particulares, muitas sequer sem vestibular (basta preencher uma ficha de perfil, ou seja, provar que o aluno pode pagar as mensalidades), o canudo em si não vale muito. Conheci gente medíocre que fez o mestrado e também gente que não terminou qualquer graduação e trabalha muito bem.
Mas já trabalhei também com engenheiros cujo único ponto forte era serem parentes do diretor ou do dono e que somente resolviam (quando resolviam) algum problema na base da força bruta, sendo incapazes de achar gargalos de desempenho, falhas de lógica, etc. A lei considera (ou pelo menos os projetos anteriores consideravam) um período de transição, ou seja, quem já exerce a profissão há mais de um determinado tempo tem os mesmos direitos de alguém formado. E isso, aos poucos, pode ajudar a melhorar a mão-de-obra e também os valores de salário (não é o meu caso :) ). Afinal de contas, continuando a analogia, mesmo o pior médico, supostamente, deve saber um mínimo, e atualmente qualquer um pode se chamar de analista de sistemas por ter feito um programinha (ruim) no Access para funcionar como agenda de telefones. E, convenhamos, é muito mais difícil vender um serviço para um cliente em potencial que já se queimou duas ou três vezes antes com profissionais picaretas, com ou sem diploma.
Agora, como alguém vai conseguir de forma honesta e precisa regulamentar e definir quem é o que, não faço a menor idéia.
150 Bruno // Aug 8, 2008 at 9:31 pm
@Eduardo
O Senador Eduardo Azerado não me parece o mais indicado para tais definições. Além disso o curso mais indicado para o trabalho de “Analista de Sistemas” seria um bacharelado de Engenharia de Software, na minha opinião. “Análise de Sistemas” é só uma parte. É simplificar muito. Existem algumas poucas pós-graduações.
Ciência da Computação, na minha opnião, é insuficiente para atuar no mercado, pela visão científica, não prática. Os cursos de tecnologo, na minha opnião, considerando a grade curricular também são insificientes.
Nesse cenário, com diversas incertezas e peculiaridades da nossa indústria, acredito que não é tempo de regulamentar nada, assim como outros países que lideram esta industria decidiram manter– países desenvolvidos diga-se de passagem.
[]s
151 Bruno // Aug 21, 2008 at 9:12 pm
Para pensar: http://www.mcbreen.ab.ca/SoftwareCraftsmanship/index.html
[]s
152 null // Aug 27, 2008 at 5:27 pm
Há,
Abrem a boca e falam de Open-source, e ninguem ve o quanto os tais open-sources podem melhorar com a regulamentação, assim os mesmo teriam que ser especializar.
E ser especialista não presta de nada ? Bah, não sou fan, e muito menos defendo o mesmo, mas mesmo assim entro em contratempo porque sei que acabo utilizando muito destes…
Mas porque não da evulução dos tais open-source com esta regulamentação.
Não li, como ela vai funcionar, mas pelos os comentarios dos sabixoes (desculpa o termpo) esse é um dos principais problemas.
É um problema um cara que sabe bastante se aprimorar que seja um pouco mais ?
Vocês, que não tem nenhuma formação, e se acham totalmente auto-didatas e superiores para poderem aprender tudo que um formado sabe, setem dor na cabeça de vocês por ter que dedica tempo da sua vida, aprimorando o conhecimento de vocês ?
Ter o raio da regulamentação, nao basta apenas, de filtrar e força que gosta realmente da are que se aprimore nos conhecimentos.
Não aumenta salario de ninguem, não acaba com software livre, e muito menos abaixa a qualidade de nada.
Apenas aumenta a qualidade de tudo que estamos vendo ai, porque se saem coisas muito boas de pessoas que não possuem nenhum certificado, pode sair coisa muito melhor…
Realmente me desculpa, mas que vota contra apenas tem medo do conhecimento, ou então acha que realmente o conhecimento de faculdade não presta para nada.
Muitas faculdades particulares ai acabam formando profissionais de pessima qualidade e que acaba fazendo muita gente de fazer faculdade, mas com essa regulamentação com certeza tende a evoluir o ensino de muita faculdades porcas.
É o meu ponto de vista, é o que eu consegui entender sobre a bate-rola daqui.
E pra complentar quem abre o peito ai e fala que que quem quer regulamentação nao é capaz de conseguir fazer as coisas sozinhos e que pensa apenas em si
háhá regulamentação é para força o conhecimento de todos, quantos profissionais ja vi que sao otimos até melhores do que eu e que não possuem uma graduação, mas que se esta regulamentação entrasse iriam melhor ainda mais …
é para o bem de todos ..
e é null mesmo ;)
153 marcos // Oct 27, 2008 at 2:33 pm
Sou programador/desenvolvedor a 8 anos. Não existe esta regulamentação nos paises desenvolvidos,porque informatica é saber e não papel, os maiores nomes de informatica de todos os tempos não tinham técnico nem superior.Alguns como o steve jobs conseguiram um superior depois de ter criado a apple e ja estar rico.
Informatica não é medicina nem direito. Bill gates não tem nivel superior nem técnico e no mundo da informatica a maioria sempre foi assim, na informatica quer “quem sabe” e não quem tem papel.
A criação desta regulamentação aqui é somente para tirar dinheiro do trabalhador e como a informatica é o futuro e não o passado como medicina e direito , ja tem milhares de problemas que esta lei pode criar vamos a ele :
1- Em toda regulamentação de profissão da historia foi concedido “a regulamentação” a quem justamente ja trabalhava e não tinha nivel tecnico ou superior.Foi assim com arquiteto, jornalista e etc, e como vai se fazer isto em informatica ? se todo mundo em casa hoje meche no seu computador e no passado nem todo mundo era jornalista ou fazia casas por ai ?
2- Na informatica tem milhares de profissões, e a cada dia morrem profissões e nascem profissões, ex: antes existia o analista de sistema(bolava o sistema no papel) e o programador de computador(”o pedreiro” que pegava o que tava no papel e fazia o sistema), hoje no mundo todo isto não existe mais: o analista de sistema virou analista de negocio(quem entende do negocio para bolar o sistema) e o programador hoje se chama “desenvolvedor” porque ele faz a analise e o programa, e ai como fica uma regulamentação que ja ta partindo da premissa antiga ?onde ainda existiam analista e programador? E o DBA de banco de dados ? e o analista de suporte ? tem mil profissões diferentes.
3- O usuário Eduardo disse tudo : quem vai trabalhando vai encontrando gente quen não é formada e carrega a informatica nas costas(porque sabe, tem Q.I alto e etc) e gente formada(principalmente hoje nessas faculdades sem vestibular , q vc paga e recebe o diploma) colocados no mercado por parentes ou amigos(isto é o que mais tem).
4- O problema “Mor”: e quem tem uma empresa de informatica? (software ou hardware ).Só pode ter clinica de medicina quem é medico , só poder ter uma empresa contabil quem é contador, uma empresa de arquitetura quem é arquiteto e por ai vai . Na informatica no brasil e no mundo qualquer um pode ter uma empresa de informatica e quem ja tem uma empresa e não tem tecnico e superior ? a empresa vai ser descontinuada pelo governo ? Se for ok porque a microsoft não vai poder agir mais no Brasil porque o dono e fundador dela, bill gates não tem nivel superior nem técnico, ai que eu quero ver se eles vão ter peito de fazer isto .Na africa tem varios paises onde a medicina não é regulamentada, ex: um curandeiro africano cria uma clinica médica e traz ela pro Brasil , o que acontece ? o Conselho de medicina da aqui vai em cima na hora alegando que a empresa não tem regulamentação no país de origem(porque não existe) e ai , alguem vai fazer isto com a microsoft aqui ? ahahaha
Resumo: esta lei vai ser só para pegar nosso dinheiro e vai dar muita confusão, só isso e só prejudica o mercado de informatica, repito: no mundo isto não existe, não tem regulamentação.
OBS: Amigo felipe curso superior de informatica no Brasil não ensina ninguem a programar, nem nos EUA que tem Stanford, harvard , oxford a informatica foi regularizada ! . Eu sou certificado java e c# e tenho 8 anos de delphi tenho que ensinar o professor de delphi da faculdade que nunca trabalhou com delphi nem nunca programou!!! é como um médico que nunca medicou ! isto é bizarro.
OBS2: Como não existe esta regulamentação no mundo todo e o Brasil tentaria criar.A unica forma de eu aceitar isto seria com uma prova: independente se a pessoa tem nivel superior ou tecnico ou não tem nada, cria-se uma prova, quem passar ganha uma regulamentação , ai que eu quero ver… haveria pessoas sem tecnico e superior passando claro e pessoas formadas nessas faculdades de esquina sendo reprovados.
154 Daniel // Dec 2, 2008 at 8:21 am
Os concordantes dessa lista devem ser todos recem formados, sem nenhuma experiência, morrendo pra conseguir colocação no mercado da sua mão-de-obra incompente. Aposto que todos já tomaram pau em matérias de programação na faculdade. Precisam dessa lei pra conseguir emprego, bando de lesados. Os melhores analistas que conheci não têm curso superior, pois os caras são tão atarefados que não tem tempo pra ir assistir as aulinhas fajutas que não ensinam nada de verdade. Ps.: eu sou formado, tá bom!? Sei o que estou dizendo…
155 http://mugnatto.blogspot.com/ // Dec 8, 2008 at 1:19 pm
Quem é entusiasta passou décadas da vida estudando.
CONTRA A REGULAMENTAÇÃO
Mesmo já possuindo “qualificação” necessária para poder continuar exercendo a profissão de acordo com os critérios colocados, eu sou contra o projeto de lei que visa regulamentar o exercício da profissão de Analista de Sistemas e Técnico de Informática, ou seja, programador.
O que ocorre é que a informática é sabidamente uma área de entusiastas. Todos nós que programamos já fizemos sistema por conta própria para “a pequena empresa do amigo do pai” um dia. Eu sou um deles. Trata-se de uma área em que é imprescindível ser auto-didata, pois muda a todo momento, surgem novas tecnologias a todo momento, e não dá nem tempo para fazer curso de tudo antes de utilizar cada nova ferramenta que se faz necessária. Então se aprende a desenvolver software de verdade é programando, e, assim como tocar piano, é necessário que se goste disso desde bem jovem.
Bill Gates não terminou o curso superior para desenvolver seu BASIC nas horas vagas e ser a maior influencia em décadas de informática. A Apple Computer começou em uma garagem por mero entusiasmo juvenil.
Programar computador não é como ser médico. Essa visão é que está errada. Você não pode ser médico por puro entusiasmo, pois está lidando com vidas humanas, mas para ser um bom desenvolvedor de software eu diria que é até mesmo necessário ser um entusiasta durante boa parte da vida, e de preferencia pelo resto dela também.
Esta lei, pelo que entendi no texto, vai tornar ilegal o jovem desenvolvedor que faz um sisteminha para a empresa do amigo do pai sem ainda ter formação acadêmica, dificultando ainda mais o surgimento de “prodígios” brasileiros numa área que é sinonimo de inovação constante. Aquilo que é sinonimo de inovação constante, no meu ver, não pode ficar preso a “dogmas legislatórios”.
Além do mais, toda empresa de qualquer tamanho hoje em dia necessita de informática, mas muita pequena empresa por aí não vai ter nem dinheiro para contratar um Analista de Sistemas formado, o único que, segundo a lei, poderá ser o responsável por projetos de sistemas.
.
O texto linkado insinua também que haveria algum problema em se colocar “nas mãos do usuário do computador a possibilidade de desenvolver seus próprios programas e de se conectar com o mundo, com todas as implicações daí decorrentes”, mas é preciso entender que hacker é uma coisa, e entusiasta por tecnologia é outra.
.
Que se combata o crime digital (algo também bastante discutível em outro tópico), mas sem desestimular o gosto natural, independente de formações acadêmicas, pela inovação tecnológica.
.
Mais: http://www.numaboa.com/informatica/noticias/911-regulamentacao
.
Projeto de lei: http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/getHTML.asp?t=11569
156 erico // May 6, 2009 at 7:04 pm
Bem quer dizer então que não precisarei mais pagar alguém do CREA para fazer uma obra ou construir a minha casa com a ajuda do meu mestre-de-0bras coma mais de 30 anos de experiência e uns dois pedreiros?
Não, senhor , veja bem…
Mas posso inventariar bens sem pagar honorários a advogados?
Não senhor, veja bem….
Mas então eu posso praticar medicina secular da vovó na rua sem ser incomodado pelo CRM?
Mas eu posso vender remédios e tirar pressão em farmácias (tem um aparelhinho da China, com manual em português maravilhoso) sem o CRF encher o meu saco no meio da rua? Cobro um real apenas.
Não senhor, veja bem…
Mas eu também sei fazer reabilitação (fiz um curso de RPG à distãncia maneiríssimo) . Eu posso fazer as pessoas melhorarem a sua postura, andar sem claudicar sem o CREFITO me perturbar?
Não senhor, veja bem…
Mas eu posso administrar uma empresa, preencher livro fiscal, RAIS, Rotinas de RH, Legislação do ICMS e etc..sem um CRA ou CRC?
Não senhor, veja bem.
Logo, para ser engenheiro, médico, Ad(e)vogado, arquiteto, farmacêutico, administrador, contador somente anos de experiência profissional e muito google não bastam!
Mas e programinhas , posso?
Claro, pegue aqui “aprenda Java em 21 dias” ou C# FOR DUMMIES? Que tal?
Não. Refiro àquele feito pelas prostitutas.
Não senhor. veja bem.
Regulamentar é preciso SIM para que a Analista de Sistemas torne-se um profissão digna como qualquer outra.
157 Henrique // May 19, 2009 at 8:57 am
sou formado em ciência da computação pela UECE e vejo essa iniciativa de regularizar a profissão não só em nossa área como em outras que não são, como um todo, perigosas aos demais de serem exercidas por pessoas sem diploma e anos de estudos, como uma forma de garantir a fatia de emprego. Um profissional formado tá com medo da concorrência de quem não é formado ? Então este se encaixa no mesmo patamar do outro. O salário tem que ser conquistado e não imposto. A pessoa tem que receber pelo que produz(pelo seu valor para empresa) e não pelo que acha que merece receber.
158 Luke // Jul 3, 2009 at 2:26 pm
LOL. Não somente sou a favor da regulamentação, como acho que para assumir a profissão deve-se fazer uma prova com conteúdo teórico geral, exatamente como é na OAB para os advogados. Chega de analista de fundo de quintal. Querem ser programadores? Beleza, pra isso existe a profissão de programador. Pra ser analista tem que ter canudo grosso.
Sem mais.
159 Contra a regulamentação da profissão de analista de sistemas « TI SIMPLES // Jul 28, 2009 at 2:54 pm
[...] dedicado a isso, pelo Professor Silvio Meira, e por colegas de profissão, como Phillip Calçado e Rodrigo Kumpera. Recomendo que leiam esses posts todos, que possuem muitos argumentos com os quais [...]
160 Daniel Domingues // Aug 20, 2009 at 10:32 am
Senhores, a profissão de Analista de Sistemas está muito além de apenas saber programar, ser programador é outra coisa bem diferente. Da mesma forma que um pedreiro sabe construir uma casa e um enfermeiro consegue fazer uma intervenção médica. A questão é de competência formalizada. Alguém dizer que o mercado de TI é muito diferente da engenharia ou da medicina é porque certamente não viu alguns desastres provocados por pura incompetência de quem desenvolveu o sistema, (Um diagnóstico médico ir para o paciente errado, uma mesa de operações de bolsa parar, um sistema de venda de passagens áreas sair do ar por horas, etc.). Nas áreas médicas e das engenharias erros também acontecem, um diploma não garante qualidade no trabalho, mas já é um CARIMBO que mostra que o profissional possui um conjunto de conhecimentos básicos para atuar na profissão. Este projeto irá com certeza trazer muitos benefícios para quem mais importa o CLIENTE, pois vai forçar que pessoas que desejem entrar na área busquem qualificação o que irá deixar o mercado de TI muito mais profissional e competitivo. Você que é um bom profissional que trabalha com programação, suporte, banco de dados, etc, não se preocupe, você continuará tendo seu “lugar ao sol”, mas deixe pelo menos as responsabilidades e o título atribuídos a um Analista de Sistemas, para quem realmente é formado na área. Conforme o amigo disse acima, Regulamentar é preciso SIM, para que a profissão se torne digna e respeitada.
E continue buscando qualificação, isso com diploma ou sem.
O CLIENTE AGRADECE!
Trabalho a 20 anos em TI, Bacharel em Analise de Sistemas, Pós Graduado em Engenharia de Software (SOA).
161 Bene // Aug 21, 2009 at 4:59 pm
Cadê o texto da lei?
Não sou nem a favor nem contra o que eu nem li.
162 S // Aug 22, 2009 at 12:48 am
O link para o texto na íntegra do projeto:
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/getHTML.asp?t=11569
Primeiramente confirmo a minha posição CONTRA este tipo de regulamentação.
Li todos os posts deste blog sem excessão e acredito que tais tipos de regulamentação não trazem nenhum benefício à nossa área de atuação que é a computação como um todo.
Antes que os senhores pró-regulamentação me ataquem, gostaria de dizer que NÃO sou formado em computação AINDA, estou no quarto ano da engenharia de computação no curso considerado por muitos o melhor do país, que é o dado pela Unicamp, a qual espero que todos conheçam. Não querendo ser arrogante, mas apenas para constar, estou entre os melhores alunos de minha turma e estou me formando antes do prazo em 4,5 anos. Não sou do tipo “botequeiro” ou festeiro, embora vá em todas as festas possíveis e aprecie uma boa cerveja no bar da esquina =).
Por favor leiam os argumentos contra essas regulamentações e reflitam: ninguém tem nada a ganhar com isso, apenas perder. Há muitos e muitos argumentos irrefutáveis e não são de pessoas desinformadas ou algo do gênero. Procurem se informar nos links apresentados da SBC e nos posts de outros usuários. Aqui na Unicamp temos aulas com muitos professores muito respeitados nacionalmente e internacionalmente que são totalmente contra este tipo de regulamentação. Uma das pessoas mais ativas neste protesto contra a regulamentação é a professora Claudia Bauzer Medeiros (http://www.ic.unicamp.br/~cmbm/), que foi por vários anos presidenta da SBC.
Uma pessoa auto-didata (embora acredite que este termo é um tanto quanto inapropriado, já que todos, tendo diploma ou não, precisam ser auto-didatas para continuarem em nossa área), não será menos competente por não deter um comprovante de conclusão de ensino superior. A qualidade do seu trabalho atesta a sua competência.
A auto-regulamentação da área assegura que profissionais competentes sempre terão seus empregos, já que a existência ou não de tais vagas é determinada pelo mercado. Infelizmente muitos incompetentes são formados a cada ano e com tais regulamentações haverá reserva de mercado para tais “profissionais”, sendo que muitos profissionais competentes podem ser prejudicados.
Acredito que me formarei com uma base sólida em meu curso, a qual me ajudará a aprender cada vez mais. Achar que um diploma garantirá conhecimento superior ao de pessoas que não passaram por uma graduação formal é muita pretensão. Como disse acredito que terei uma base e nada mais que isso. Sim, passamos por muitas e muitas horas de programação, fazemos muito do que se chama de análise de sistemas sem contar com toda a engenharia básica e acho que terei um certo montante de conhecimento. Mas se eu quiser meu posto de trabalho terei que correr atrás e estudar muuito, como fizeram nossos colegas não graduados que trabalham na área.
O que impede uma pessoa que detem o conhecimento necessário de exercer uma profissão na área de computação? Li muitos argumentos pró-regulamentação com exemplos trágicos de explosões de usinas nucleares e quedas de aviões. Uma coisa é certa: nunca um profissional desqualificado (diplomado ou não) será designado para implementar um sistema de tão elevado risco, haja regulamentação ou não, podem ficar tranquilos.
Qual a motivação para defender tal regulamentação? É o medo de perder o emprego? Se for, mostre sua competência e se imponha em seu posto. Não vai ser um zé-mané desqualificado (formado ou não) que roubará a sua vaga.
A coisa que mais me perturba nesta regulamentação é limitar os profissionais que podem atuar na área independente de sua qualificação. Eu por exemplo, com meu futuro título de engenheiro de computação, simplesmente não poderei atuar como analista de sistemas, porque meu diploma não se enquadra dentre aquelas “liberadas” para trabalhar. Por que um filósofo ou médico ou bacharel em direito, com extenso conhecimento em análise de sistemas não poderia trabalhar em tal cargo?
Apreciei muito as contribuições de marco_piracicaba e Bruno para este blog, embora tenha sentido uma pontada quando este último criticou a vocação acadêmica das universidades. Em minha opinião as universidades preparam os seus alunos na área da computação para serem generalistas e conseguirem adquirir com mais facilidade aqueles conhecimentos necessários para exercer a sua profissão. Eu sou meio suspeito para defender a academia, já que iniciei os meus estudos de pós graduação ainda na graduação e pretendo fazer mestrado e, se possível, doutorado. Mas o meu destino final certamente será o mercado, concorrendo a vagas, espero, com todos aqueles que trabalham com computação, formados ou não.
163 Antonio Sergio // Aug 22, 2009 at 11:11 am
Sou a favor da regulamentação, mas como fica a situação de profissionais que tralham como eu há 25 anos como Analista de Sistema, Dba e Programador e são graduados em cursos como Engenharia de Sistemas, Desenvolvimento de Web Site, Banco de Dados entre outros que foram criados para TI ????????
164 S // Aug 22, 2009 at 1:26 pm
O grande problema da regulamentação está na reserva de mercado para certos profissionais com certas formações além da criação de órgãos como conselhos regionais e afins. A regulamentação que todos deveriam defender é aquela que auto-regula a área. Um bom projeto de regulamentação foi aquele proposto pela SBC, encontrado aqui: http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc-original.html
e mais informações aqui: http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=368
Dessa forma teríamos nossas profissões regulamentadas e reconhecidas, mas sem as reservas de mercado ou os conselhos reguladores que o projeto que está em tramitação atualmente (ao qual somos CONTRA) prevêm
165 Marciogm » Blog Archive » Regulamentação da profissão de analista de sistema? Palhaçada // Aug 22, 2009 at 8:56 pm
[...] Rodrigo Kumpera, Vamos todos impedir a regulamentação da profissão de analista de sistema [...]
166 André Oriani // Aug 23, 2009 at 11:08 pm
Esta lei é tão ridícula que eu que sou formado Engenheiro de Computação, que estudei um ano a mais que qualquer cientista da computação ou analista de sistema estarei proibido por força de lei de exercer minhas atividades. Eu que posso assinar a planta de uma casa nao posso fazer hello world. E para fazer software de alta qualidade ( como os que controlam aeronaves) chega a ser necessário o uso de matemáticos. Agora vamos deixar o avião cair por que o matemático não podia programar ?
167 Joe // Aug 24, 2009 at 8:36 am
O andamento:
http://pcworld.uol.com.br/noticias/2009/08/21/camara-aprova-projeto-que-regulamenta-profissao-de-analista-de-sistema/
168 Rodrigo // Aug 24, 2009 at 10:02 am
Eu acho é pouco!!!
Fazemos 4 anos de faculdade, temos que ter nosso reconhecimento SIM.
169 Marlon // Aug 27, 2009 at 11:25 am
Tem mais é que regulamentar mesmo, fazer 4 anos de ciência da computação nao é mole não. Vocês dizem que não podemos comparar as áreas de medicina e engenharia, tem razão, não podemos mesmo. Na medicina e na engenharia existem um grupo de pessoas organizadas, que se respeitam entre si, que lutam por suas profissões e sabem ganhar dinheiro com isso! Essa é a única diferença. Se você ficar 8 anos da sua vida estudando livros de medicina e cortando cadaveres, pode ter certeza que conseguirá fazer uma cirgurgia, pelo menos se você não for nenhum retardado :) Está na hora dessa área ser séria, não mais esse bacanal!
170 Mauro // Aug 27, 2009 at 1:29 pm
O contraste entre os comentários a favor e contra a regulamentação salta aos olhos: a maioria dos comentários a favor apresenta redação no mínimo nebulosa, idéias porcamente formuladas, e erros crassos de português. Coincidência?
171 Não a PLS 607/07 « Pensamentos Incompletos // Aug 27, 2009 at 4:48 pm
[...] existem artigos ótimos falando sobre a tal regulamentação que podem ser lidos aqui, aqui e aqui, existe também um blog tratando sobre o assunto, mas que está a bastante tempo sem atualização. [...]
172 Luke // Aug 31, 2009 at 4:56 pm
Estranho Mauro, quem não sabe argumentar ataca o argumentador não é? É essa a inteligência de quem é contra, que aqueles que são a favor não têm, que você quer ressaltar? Ótimo argumento.
Existem n profissões regulamentadas, porquê informática não pode ser? A regulamentação é para o cargo de analista de sistema e técnico, o que impede de existirem outros cargos como programador, dba, gerente de redes? E o que impede que o salário seja igual ou maior que o de analista regulamentado?
Não me preocupo pela competência de ninguém que não tenha diploma, equiparada à minha, até porque já comparei e percebi que não existe tal comparação, só cabe a exceção para gênios, que são raríssimos e provavelmente não se intimidariam por fazer uma faculdade.
Outra coisa que os “inteligentes” como o Mauro não perceberam é o fato de que programar é pra programador e não pra analistas de sistema, a atribuição dessa tarefa a analistas é justamente porque não existem pessoas qualificadas no mercado para essa tarefa. Exemplo do André que é formado em engenharia da computação e quer passar a vida toda construíndo programas Hello-world like. Sinto muito mas tanto os analistas quanto os engenheiros de computação são para muito mais que isso.
Sou a favor da regulamentação e ainda vou tentar enviar a idéia de ter que fazer prova pra exercer a profissão de analista. Tem que ser que nem advogados que têm que fazer prova da OAB, senão vai ficar com um diploma inútil na gaveta de casa. Querem moleza? Senta no pudim.
173 Mauro // Sep 3, 2009 at 4:14 pm
Luke: quem impede a existência dos outros cargos que você mencionou, não regulamentados, é a *própria lei* – ela cobre, além do cargo de analista de sistemas, todas as “demais atividades relacionadas com a Informática”. A lei coloca efetivamente todos no mesmo saco.
Eu peço a todos os que se opõem a essa aberração que *por favor* se manifestem, através de e-mails e/ou cartas aos senadores. A carta que enviei está aqui:
http://www.fzort.org/mpr/stuff/contra-a-pls-607-07.html
174 Considerações sobre a regulamentação da profissão de Analista de Sistemas » blog do chester // Sep 8, 2009 at 7:19 pm
[...] coisa que é relevante dizer sobre o PLS 607/2007 (em tramitação no Senado e já causando barulho) é que a alcunha de “regulamentação da profissão de Analista de Sistemas” passa a [...]
175 Igor Machado // Sep 9, 2009 at 11:06 am
Eu não concordo com vc, porra ficamos 4 anos indo para uma universidade, para conseguirmos um diploma, e no final perder-mos mercado para “curiosos”, e outros tipos de profissionais.
176 kumpera // Sep 9, 2009 at 11:19 am
Igor, onde está escrito que fazer uma faculdade te garante qualquer direito no mercado de trabalho?
É imoral achar que por ter feito um curso você tem mais direito que outro, mesmo este sabendo mais.
177 Luke // Sep 10, 2009 at 11:38 am
Mauro, leia de novo a lei. Não existe isso de que impede a criação de outros cargos. Programador em nenhum lugar do mundo precisa ter faculdade. Pra ser programador somente é exigido um curso na linguagem.
178 Emerson // Nov 2, 2009 at 12:11 pm
Brother não perca tempo, estude, senão ficará obsoleto… O mundo é de quem procura conhecimento, vc está atrasado…
Quanto a regulamentação é bom para os profissionais e para o País, chega de ser pirataras, clandestinos. Se existem profissionais então tem que existir legalidade.
179 Emerson // Nov 2, 2009 at 12:20 pm
E além do mais Brother, eu sou programador desde da época do Basic Cobol, fortran. Ou seja, desde 1988. Você lembra disso… Depois fiz sistemas em clipper e Delphi, agora estou em Java. Pensei que sabia tudo, comentava com os colegas que não tinha mais nada que não soubesse. Quando entrei na faculdade vi que não sabia de nada. Então baixei minha bola e fui em busca de mais apredizagem agora que terminei o curso superior já estou matriculado no curso de pós. Então nunca sabemos de tudo….
180 Marcos // Jan 2, 2010 at 9:59 pm
Sou Analista, estou no mercado desde 91, programei em clipper, delphi, atualmente, java e ruby, achei interessante esse Lei (que tem muitas falhas), pois é um ponta pé inicial para várias discussões. A profissão precisa ser regulamentada. Antes de terminar minha faculdade, era um simples programador, modestamente, comia codigos, tinha uma visão micro da floresta, após a faculdade, adquiri uma visão macro, pude entender todos os processos em uma engenharia de software. Não podemos confundir programadores com analistas. Sabemos que existe pessoas formadas em analise que não sabe instalar um pacote office, assim com toda profissão, tem os que apenas se formam.
181 Luiz Fernando // Jan 7, 2010 at 11:31 pm
Vamos todos PERMITIR a regulamentação da profissão de analista de sistemas!
Todas as profissões conquistaram respeito com a regulamentação! Piso salarial, organização, regras, direitos, etc etc
Pq eu não posso assinar a planta de um predio? Pq não posso fazer uma cirurgia? Nada mais do que correto…cada um na sua profissão!
Hj qualquer Zé Mané faz um curso de 2 semanas na SOS Computadores e se diz analista! Isso tem que acabar mesmo! Tem que ter fiscalização!
Hj é possivel comprar banco de dados de grandes empresas em camelos de sp livremente! Dai eu pergunto, quem vendeu essas informações? Se tiver um órgão para fiscalizar e punir esses profissionais com certeza isso vai mudar!!!
LEI QUE REGULAMENTA A PROFISSÂO DE ANALISTA DE SISTEMAS SIM!!!!!!!!!!!!!!!
182 kumpera // Jan 9, 2010 at 8:17 pm
Luiz, piso salarial só ajuda a criar informalidade e problemas, veja a desgraça que é ser estudante ou recém formado em engenharia civil ou direito.
Fora que piso salarial é uma enorme covardia por parte do empregado que não sabe se valorizar. Eu desconheço qualquer profissional de TI que ganhe
menos que o dobro do piso de um advogado. Isso inclui um junior com 1 ano de experiência.
Eu realmente não vejo quais regras e direitos um orgão desses pode criar que não vá sim nos prejudicar.
Quanto a questão de comprar o banco de dados de uma empresa, já existem leis que tratam do assunto e já existem órgãos competentes para tratar disso.
183 Mayko Oliveira // Feb 16, 2010 at 4:31 pm
Também não sou a favor à aprovação desta lei
nos moldes em que ela se encontra. O quero dizer é que talvez não seja de todo mal ter uma regulamentação, porém contruídas por pessoas que realmente conheçam todo este universo e não por artigos genericos que podem realmente causar um sucateamento do mercado de TI, principalmente para os recém-formados, lembrando que as tecnologias para desenvolvimento de software são muito voláteis, não generalizando, é claro!
184 Regulamentação da Profissão de Analista de Sistemas « Blog do Valmir Ademar W. Knäsel Júnior // Mar 20, 2010 at 12:27 pm
[...] sistemas, Java, PHP, projeto de lei, regulamentacao, SBC Antes, leiam o posicionamento da SBC e o post do Rodrigo Kumpera sobre esse [...]
185 Sólon // Apr 15, 2010 at 12:57 pm
A favor da regulamentação…..Tem que ter curso superior para exercer a profissão. Programadores e analistas que desejam relamente atuarem na área que aprendam mais sobre informática em uma instituição acadêmica. Com certeza voltarão mais polidos e com outra visão das coisas. Chega de micreiros ou programadores porcos…. que não possuem nenhum padrão pra nada… Estes micreiros fazem programas que funcionam sim, porcos mas fazem… depois pra mantê-los e/ou projetar melhorias em cima deles é uma guerra.
186 Walter // Apr 28, 2010 at 1:44 pm
Sou do tempo em que, somente pessoas habilitas usam computadores. Estou falando dos fabulosos mainframes, que por causa da microinformática e a explosão de micreiros lammers, sucateou o mercado. Em tempos de outrora, os verdadeiros profissionais de informática eram os que tinham os maiores salários. Já está mais do que na hora da nossa profissão ser regulamentada. Quem é contra o projeto, é porque fugiu da escola e não tem um diploma.
187 Fabrício Scariot // Jul 17, 2010 at 9:40 pm
Prezados a principal instituição que é contra a legalização da profissão e está fazendo tudo o que é possível para tentar derrubá-la é a SBC (Sociedade Brasileira de Computação), na qual a maioria dos participantes são engenheiros e todos são filiados ao CREA com profissão regulamentada, mas não querem que criemos um o nosso Conselho, se eles fossem realmente contra a reserva de mercado estariam tentando derrubar o CREA e não o CONFEI. Olhem o que eles tem a cara-de-pau de escrever http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=376, e eles ainda tiveram a audácia de de criar um outro projeto de lei e enviar ao congresso para ser aprovado mas o congresso arquivou o mesmo, aqui está o link do projeto deles http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=368, é muito abuso mesmo.
Abraços.
188 Adriano Lima // Sep 1, 2010 at 9:04 am
Passou da hora de uma regulamentação séria. Uma regulamentação que vete a “prostituição” que se instalou em nosso setor. Precisamos de regras claras, direitos cumpridos! Isso que falta para que nossa área seja levada a sério. Não se prendam a esta pequena visão de um Conselho defender apenas os formados. Como sempre digo : É e visualizar um universo muito pequeno do que realmente um conselho deve atuar. Estamos todos sendo sucateados. A especulação vergonhosa salarial já faz parte do nosso cotidiano. Ou nos unimos ou morreremos na praia muito em breve!! REGULAMENTAÇÃO JÁ!
189 Silvio Delgado // Sep 12, 2010 at 1:18 pm
É uma vergonha um profissional sério querer a criação de um conselho de analistas de sistemas.
Pessoas que pedem isso não estão verdadeiramente no mercado, ou pior, estão com medo de perder seus cargos para pessoas sem diploma.
Estou no mercado (real) e vejo que não adianta apenas conquistar a vaga: quem é fraco, perde a vaga, pois não dá para enrolar quando o assunto é código: ou você sabe, ou está fora!
Na faculdade encontrei muita gente que frequentava as aulas, mas não tinha a menor aptidão para a informática. Hoje, uma dessas figuras, por exemplo, é corretor de imóveis!!
Fora a regulamentação!!!
Liberdade de trabalho já!
190 cledson // Dec 13, 2010 at 9:52 am
Sou a favor da legalização, pois basta de viver em uma situação informal e sem cobertura legal adequada. Já trabalho no ramo de TI a 15 anos e só agora com a ajuda de deus e de uma empresa que acredita nas tecnologias cultivadas no ramo académico estou concluido a minha formação universitária. Bem uma boa forma, não sei que os amigos concordam, seria apos a implantação dessa lei, a implementação de uma prova de avaliação de conhecimentos básicos, necessários ao titulo de Analista de Sistemas. Tal prova teria como objetivo principal filtrar os que não possuiem aptidão nem conhecimento necessários a profissão.
191 Antonio B Duarte Jr // Apr 1, 2011 at 8:14 am
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=pls607
Sua participação é muito importante !!!
192 Rafa Gregs // Apr 6, 2011 at 10:33 am
Aos que defender não precisar de formação para exercer uma determinada profissão fica o meu recado.
Continuem assim, estudando e tendo domínio completo de suas ferramentas e com seus ginásios incompletos e, em conseqüência disso, continuem trabalhando por um prato de comida.
Somos profissionais que merecemos o respeito, e muitos dos que se formam, procuram pós graduação, fazem investimentos em certificações são tratados como “meninos da informática”, justamente por causa desse monte de gente que, sem formação nenhuma, que acha que todos os problemas se resolvem com um programa do Baixaki ou com um serial encontrado no google.
Nada contra quem aprende uma ferramenta sozinho, mas NADA substitui a formação acadêmica.
Não confundam Médicos com Curandeiros, nem Profissionais com Curiosos.
193 Julio // Apr 16, 2011 at 12:44 pm
Interessante os argumentos acima sobre a concordância ou discordância da regulamentação. Estou me formando no curso de Sistemas de Informação e o que eu posso afirmar é: precisa regulamentar sim a nossa profissão. Por mais que haja a técnica (codificação), existem atividades que não se de ve misturar. Quem aqui nunca teve o problema de ser chamado dentro da organização ou serviço público do termo “os meninos da informática”? Fora isso, existe uma certa ignorância tecnológica que paira sobre a cabeça de chefes e gestores, que pensam que investimento em TI é aquisição de computadores, ter um website e ter um e-mail institucional. Por trás do rótulo do analista de sistemas, existem profissionais muito capazes, que oferecem ao mundo tecnológico a possibilidade de avanços, e ainda, o uso devido dos recursos disponibilizados. Pra você que se julga analista de sistemas porque cumpre a atividade de codificar eu te digo, você é programador e pode sim fazer um curso técnico pra regularizar sua situação. Aliás, a lei existe para defender os que estão corretos e não pra encobrir os que se aproveitam da sua inexistência. Da mesma forma, dentro em algum tempo poderemos atuar em áreas próprias de nossa competência como a perícia digital e o combate a uma grande gama de crimes que são cometidos contra pessoas físicas e também jurídicas. Isso é para dar uma pequena idéia da real atividade do profissional de TI. Desculpe aos que não se esforçaram na faculdade, mas é justo aos que estudaram essa regulamentação. Pode ser brilhante como programador, mas existem vícios e conceitos que consequentemente só se perdem e aprendem no ambiente universitário.
194 Luiz Adriano // Jul 25, 2011 at 11:50 pm
Quando sair a regulamentação muitos irão chorar !!!!
Escutem a voz da experiência !
Raciocinem sobre esta caso.
Hoje desenvolvemos um sistema de gestão empresarial, por nós mesmo,ok.
Sabem o que vai acontecer com a regulamentação ?
O que já acontece com os Balanços de empresas, e muitas outras situações!
Teremos que desenvolver junto & obter a assinatura de um contador, administrador de empresas, etc.Para podermos colocar o sistema em produção.
Não sejamos inocentes, achando que os conselhos de outras profissões à muito estabelecidas, vão assistir de braços cruzados que engenheiros, contabilistas, administradores e etcs, fiquem proibidos de desenvolver sistemas !
Já vi este filme antes !
Ainda com o agravante que nossa atividade é multidiciplinar.
Exemplo:
Se chamam um médico para cortar uma hemorragia na artéria femural, ele não precisará estudar o assunto por 6 meses, antes de agir.
Quanto a nós, se nos contratam para fazer um sistema de “Cálculo Estrutural com Concreto Armado” você pode ser o melhor analista/programador do mundo, que não vai poder simplesmente sair desenvolvendo.
Dependemos do conhecimento de outra áreas, entende ?
Ponham as barbas de molho, o que pode sair do congresso pode ser o maior tiro no pé!
195 Suporte - Tirinhas sobre a vida dos profissionais de TI // Jul 27, 2011 at 2:30 pm
[...] textos interessantes sobre o assunto podem ser vistos Aqui, Aqui, Aqui e Aqui. Tweet 1 Comentário Marcadores: Enquete, Governo, Informática, Lei, [...]
196 Ivanildo Terceiro // Nov 12, 2011 at 12:43 pm
O que é mais vi aqui foram pessoas dizendo que a regulamentação impedirá qualquer de um trabalhar na área. Isso é óbvio e tem nome.
Isso se chama cartel, um grupo de pessoas se unindo para combinar preços e impedir a concorrência.
Conselho é apenas uma forma de barrar a concorrência, prejudicar o mercado, e ferrar com toda a sociedade. =)
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