Finalmente, depois de três anos de desenvolvimento, foi lançada a versão 1.0 de Groovy, uma linguagem dinâmica que construida em cima da plataforma e da linguagem Java. O mercado de linguagêns dinâmicas deve esquentar muito, agora que temos um novo player oficialmente entrando no páreo.
Já brinquei bastante com Groovy e, apenas de alguns problemas antigos, gostei muito, ela foi feita realmente para ser a faceta dinâmica de Java. Já existem vários projetos tirando vantagem da maior expressividade e dos recursos da API. Projetos como Grails alavancam as ótimas bibliotecas que temos disponíveis para Java e a dinamicidade de Groovy para produzir um resultado de alta sinergia e efetividade. O resultado é um só, produtividade e praticidade.
A parte mais legal do Groovy definitivamente não é a linguagem em sí, mas a capacidade de extendê-la e expandí-la em novas direções. O modelo de meta-programação permite adicionar métodos a classes já existentes e interferir, por exemplo, no mecanismo de resolução e invocação de métodos.
Esse é o ano veremos coisas realmente insólitas feitas a partir de mash-ups de Groovy e Java. Hora de começar a estudar Groovy, se você ainda não começou, pois mesmo que acabe não usando no trabalho, vai te abrir a cabeça para a próxima geração de linguagens.
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